Os interessados em participar do Edital de Residência Artística Fundação Cultural BADESC já podem fazer as inscrições. Neste edital serão selecionados 10 artistas catarinenses ou residentes em Santa Catarina para participar de encontros, com o objetivo de aperfeiçoar e refletir sobre suas poéticas. Entre os orientadores estão Alexandre Sequeira, de Belém e Rosângela Cherem, de Florianópolis.
O resultado da seleção será divulgado no site da Fundação até 05 de abril de 2021.
Serviço: Aberto Edital Residência Artística Fundação Cultural BADESC Inscrições gratuitas até 22 de março de 2021 Informações: fundacaoculturalbadesc@gmail.com Telefone: (48) 3224-8846 Link para do edital: https://fcbadesc.dreamhosters.com/edital-residencia/
Mostra com visitação gratuita é prorrogada na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. Visitação do Prêmio AF de Arte Contemporânea poderá ser feita até o dia 18 de fevereiro
Fotografia de Rubens Flores
Foi prorrogada a visitação gratuita da exposição Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020 na Fundação Cultural BADESC, em Florianópolis. A mostra, que ocupa os espaços Fernando Beck e Paulo Gaiad, poderá ser visitada até o dia 18 de fevereiro de 2021.
A instituição, que reabriu para visitação presencial do público no dia 12 de janeiro, recebe visitantes de terça-feira à sábado, das 13h às 18h. O espaço, que fica no Centro de Florianópolis, está seguindo todos os protocolos e medidas de segurança em virtude da pandemia. Na entrada é feita a aferição da temperatura dos visitantes, e os mesmos são orientados a usar máscara e fazer a higienização das mãos. É permitida a permanência de até cinco pessoas por vez durante a visitação.
Em exposição estão as obras de Anna Moraes, que ganhou uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris, Edson Macalini e Jan M.O. Essa é a segunda vez que a Fundação realiza em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis a mostra do Prêmio AF de Arte Contemporânea, considerado um dos principais no circuito de artes de Santa Catarina. A exposição também pode ser visitada de maneira virtual no site da instituição – www.fundacaoculturalbadesc.com.
A Fundação está localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.
Visitação gratuita no casarão que fica no Centro de Florianópolis será de terça-feira a sábado, das 13h às 18h
Foto: Franchêscolli Gohlke/Divulgação.
Um dos espaços culturais mais conceituados de Santa Catarina, a Fundação Cultural BADESC, reabre as portas para o público na terça-feira, dia 12 de janeiro. Localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis, a Fundação vai seguir todos os protocolos e medidas de segurança em função da pandemia do novo coronavírus. A visitação gratuita será de terça-feira a sábado, das 13h às 18h.
De acordo com o diretor geral da Fundação, Eneléo Alcides, além da aferição de temperatura na entrada do casarão, será disponibilizado álcool em gel para higienização das mãos e a visitação será limitada em cinco pessoas por vez no espaço.
“Estamos preparados para retomar a visitação e receber o público que aprecia arte e cultura. A equipe já retornou ao trabalho presencial internamente com o intuito de organizar as readequações necessárias para a reabertura da Casa com segurança”, destaca Alcides.
Quem visitar o espaço até o dia 28 de janeiro poderá acompanhar a exposição do Prêmio AF de Arte Contemporânea nos espaços Fernando Beck e Paulo Gaiad. Essa é a segunda vez que a Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis, realiza a mostra dos artistas selecionados em uma das principais premiações do circuito de artes de Santa Catarina.
Os visitantes vão poder ver de perto os trabalhos dos artistas Edson Macalini, Jan M.O e de Anna Moraes que ganhou uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris. A exposição pode ser visitada também de maneira virtual no site da instituição – www.fundacaoculturalbadesc.com/.
Já as atividades do Cineclube Fundação Cultural BADESC ainda não tem uma data de retorno definida.
Selecionados do Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020, um dos mais relevantes do Estado, apresentam obras em exposição a partir do dia 12/12 em mostra virtual na Fundação Cultural BADESC.
Os finalistas desta edição são Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O.
Pela segunda vez, a Fundação Cultural BADESC, em parceria com a Aliança Francesa de Florianópolis, realiza exposição dos artistas selecionados em uma das principais premiações do circuito de artes de Santa Catarina: o Prêmio AF de Arte Contemporânea. Em 2020, o projeto se reinventa e a mostra coletiva dos finalistas Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O. será virtual. Dessa forma, não só o público de Florianópolis, mas de todo o país, poderá visitar as obras dos artistas de Santa Catarina. A abertura será no sábado (12), às 14, em transmissão ao vivo pelo canal da Fundação Cultural BADESCno YouTube, quando será anunciado o grande vencedor/a: uma residência artística de três meses na Cité Internationale des Arts, em Paris.
Em comum, os três selecionados têm uma trajetória consistente e trabalhos pautados em experimentações de diferentes linguagens e suportes: desde o desenho até processos manuais e experiências industriais, passando por instalação, videoarte, fotografia e intersecção entre arte e natureza.
— Os artistas selecionados têm uma sensibilidade diferente e uma maneira única de considerar a arte. E o Prêmio AF vai oferecer a eles entrada e visibilidade no mundo artístico de Santa Catarina. Além disso, o ganhador terá a oportunidade de encontrar artistas de diferentes lugares e fontes de inspiração com a residência na Cité Internationale des Arts, em Paris, e voltar para o Brasil com ainda mais bagagem — comemora Marilyn Pelicant, diretora da AF Florianópolis.
Para Eneléo Alcides, diretor da Fundação Cultural BADESC, a exposição ocorre em um período muito singular, com os espaços culturais em Santa Catarina fechados ao público em razão da pandemia.
— Mesmo assim, a Aliança Francesa de Florianópolis e Fundação Cultural BADESC decidiram montar a exposição nos espaços Fernando Beck e Paulo Gaiad e transmitir virtualmente tanto as obras quanto conversas com os artistas selecionados — diz ele.
Exposição híbrida
A sétima edição do Prêmio AF de Arte Contemporânea inaugura um formato de exposição híbrido na Fundação Cultural BADESC. As obras dos artistas serão montadas no espaço expositivo da instituição, na Capital, ainda que a portas fechadas. Na abertura, os três finalistas participam de um bate-papo e o público poderá interagir e fazer perguntas.
A mostra permanecerá montada até final de janeiro a portas fechadas, mas a visita virtual será possível a qualquer dia e horário pelo site da instituição até 28 de janeiro.
A artista Anna Moraes, de Florianópolis, apresenta o resultado de uma pesquisa sobre lugares que possuem o nome Anna, visitados e percorridos virtualmente por ela durante o isolamento social. Essas e outras questões se traduziram em desenhos, objetos, vídeos e esculturas que evocam as possibilidades da representação da linha — tanto no papel quanto no espaço. Já Edson Macalini, de Palhoça, apresenta desenhos, fotografias, objetos e instalações. Ele aborda principalmente a questão da natureza devastada, seus riscos e capacidade de regeneração. Por fim, de Joinville, o artista Jan M. O. exibirá vídeos, objetos, máquinas e mecanismos de poesia visual, numa abordagem sobre como as tecnologias que intermediam as relações humanas como redes colaborativas.
— Esperamos que até o fim do período haja oportunidade para que o público possa conferir presencialmente a mostra, com todo o controle, limitação de pessoas e visitas agendadas. Isso dependerá, evidentemente, das situações do controle do vírus e das deliberações do poder público — observa Eneléo Alcides.
Conheça os finalistas
Anna Moraes (1988) | Florianópolis Anna Moraes é artista visual, doutoranda em Processos Artísticos Contemporâneos e mestra em Artes Visuais pela Udesc. Pesquisa diferentes entendimentos acerca do desenho contemporâneo. Seu processo artístico é pautado na investigação de possibilidades do desenho por meio de linhas, traços, fios e territórios que dialogam com a paisagem. Com o isolamento social de 2020, passou a pensar possibilidades de se desenhar junto, ainda que isolados, adentrando a linguagem da videoarte. Também criou uma coleção e catalogação de paisagens vistas da janela de casa em desenho e em caixinhas de acrílico. Anna foi finalista da edição 2019 do Prêmio AF de Arte Contemporânea e já foi contemplada com o Prêmio do Júri no Salão Nacional da Quarentena (2020). Também participou da Bienal Internacional de Curitiba (2019), entre outros reconhecimentos.
Edson Macalini (1983) | Palhoça Edson Macalini é doutorando e mestre em artes visuais pela Udesc. Já mostrou seu trabalho em exposições, além de ter participado de residências artísticas, feiras e produções em coletivos de artistas. Seu trabalho envolve ações e movimentações que correlacionam artes e natureza, como uma arqueologia dos lugares onde viveu e visitou. Sua obra reflete o interesse pelas relações entre arte e natureza, biologia e arqueologia, política e meio ambiente urbano, rural e modos de vidas humanas, animais, plantas e culturas.
Jan M.O. (1986) | Joinville Jan M.O. é artista visual, ilustrador e graduado em design gráfico e programação visual. Nasceu no Rio de Janeiro e mora em Joinville desde 2005. Já exibiu suas obras em exposições, coletivas, bienais e salões em vários estados do Brasil e países como Colômbia e Espanha. Há mais de 15 anos explora técnicas do desenho e, recentemente, passou a pesquisar as práticas da gravura e a criação de objetos. Sua produção utiliza tanto os processos manuais quanto as experiências industriais na elaboração de obras tridimensionais ou na multiplicação delas. Seu trabalho explora diferença e repetição, palavra e imagem. Seu processo artístico passa pela possibilidade de pensar novos aparatos e meios — imagéticos, móveis, estáticos ou abstratos.
O Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea 2020 é viabilizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio da ENGIE. Apoio do Consulado da França em São Paulo, do Institut Français, do Institut Français do Brasil e da Fundação Cultural BADESC. A produção é Marte Inovação Cultural. Realização da Aliança Francesa de Florianópolis, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal.
Agende-se Exposição 7º Prêmio AF de Arte Contemporânea 2020, com Anna Moraes, Edson Macalini e Jan M.O. Quando: abertura – 12 de dezembro, às 14h. Visitação virtual até 28 de janeiro de 2021 Onde: Canal da Fundação Cultural BADESCno YouTube (abertura). Visitação até 28/1/2021 pelo site https://fcbadesc.dreamhosters.com/ Quanto: gratuito
Essa página especial integra o novo site da instituição que foi totalmente reformulado
Um dos mais conceituados espaços expositivos de Santa Catarina e que serve de ponto de encontro de arte, cultura e cinema, a Fundação Cultural BADESC, está com um novo site (www.fundacaoculturalbadesc.com). Totalmente reformulada, a página ganhou um novo layout e apresenta toda a programação cultural gratuita apresentada no casarão que fica na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, no Centro de Florianópolis.
Além de apresentar a programação do mês, com exposições, lançamentos, filmes do Cineclube, entre outras atrações, o novo site traz uma plataforma que disponibiliza exposições virtuais e um vasto banco de dados com imagens, textos e vídeos sobre arte catarinense e sobre artistas que passam pela Fundação.
Segundo o diretor geral da Fundação, Eneléo Alcides, paralelo ao fomento às artes e à realização de novas exposições, é fundamental a preservação dos arquivos e acervos gerados.
“A responsabilidade com a memória de uma instituição cultural, de artistas e parceiros, de uma cidade, de um tempo, faz com que a equipe da Fundação se dedique a produção de catálogos, vídeos e registros diversos”, explica Eneléo. O diretor destaca ainda, que todo esse material é disponibilizado gratuitamente ao público.
“Isso possibilita o acesso tanto à fruição, quanto à pesquisa. Não se trata apenas do registro ligeiro de atividades que acontecem na Fundação, mas do acesso a um importante banco de imagens, textos e depoimentos, que passará, a partir de agora, a fazer parte do patrimônio de Santa Catarina”, enfatiza o diretor.
E para apresentar o novo site e suas ferramentas, será realizada no dia 26 de novembro, uma live no Canal do YouTube da Fundação – https://bit.ly/canalFCBADESC. Participam do encontro o diretor geral e a equipe da instituição. O bate-papo pode ser acompanhado a partir das 19h.
Novidades no site
A primeira versão do site surgiu em 2012 e contou com mais de 1.050 publicações e 23 páginas secundárias. A partir desta readequação, o mesmo ganhou nova estrutura e funcionalidades foram renovadas. E com o objetivo de resgatar e preservar a memória da Fundação, foi criado um menu com páginas que apresentam artistas, exposições e eventos que já passaram pelo casarão.
Acervo virtual: a nova página traz publicações sobre exposições que passaram pelo espaço. O novo acervo digital apresenta imagens das obras, textos curatoriais, entre outras publicações. No dia do lançamento serão disponibilizadas 20 exposições em formato virtual, as demais serão lançadas semanalmente, até que todas as exposições realizadas na Fundação, desde 2006, passem a estar permanentemente disponíveis ao público. Além disso, o objetivo da página é fazer um resgate das exposições que eram realizadas desde 1991 no Espaço Fernando Beck, que se localizava na época no hall da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (BADESC), na Capital.
Catálogos e Impressos: também foi criada a página, onde ficam disponíveis os livros bianuais que recapitulam as atividades realizadas na Fundação e demais publicações produzidas pelo espaço.
Cineclube: a programação do Cineclube Fundação Cultural BADESC agora está em um espaço próprio e traz informações sobre cada filme apresentado e sobre o debate realizado.
Arte + Educação: um dos pilares da Fundação Cultural BADESC também ganhou espaço cativo no novo site. Apresentada na nova página, a Equipe de Arte + Educação organiza propostas e mediações de artes visuais, bem como a realização de cursos e oficinas na Fundação. Saiba como marcar uma visita através do novo site.
Programação online
Durante o período da pandemia, a Fundação precisou se readaptar e está oferecendo diversas atividades online gratuitas. Neste período, cerca de 40 atividades, entre cursos, exposições e debates virtuais foram realizados e acompanhados nos canais da Fundação. Entre eles estão, cursos online na área das artes visuais, dicas e debates sobre filmes disponíveis de graça, exposições virtuais, vídeos e uma série de publicações que rememoram as atividades realizadas na Fundação Cultural BADESC. Para conferir toda a programação, basta acessar o novo site ou as redes sociais da Fundação Cultural BADESC no Facebook, @fundacaobadesc no Instagram e também no canal do YouTube (https://bit.ly/canalFCBADESC).
Serviço: Fundação Cultural BADESC lança espaço de memória e de exposições virtuais em novo site Data: 26 de novembro – quinta-feira Horário: Lançamento oficial às 19h Local: Canal do YouTube (https://bit.ly/canalFCBADESC) Acesse www.fundacaoculturalbadesc.com Visitação online gratuita
Projeto das artistas foi um dos selecionados no edital 2020 da Fundação Cultural BADESC
Crédito da imagem: Reprodução
O ano de 2020 está sendo diferente em diversos aspectos, e estamos reaprendendo e readequando diversas situações. Uma delas, é a realização de exposições na Fundação Cultual BADESC, que está sem atendimento presencial, apenas online ao público, seguindo todas as determinações dos decretos em virtude da pandemia.
E as artistas Bruna Granucci e Edinara Patzlaff, que foram selecionadas no Edital 2020 da Fundação, gravaram um vídeo onde abordam a exposição Buquê Marginal, ainda sem data definida para apresentação.
O projeto selecionado, que tem curadoria de Juliana Crispe, prevê a apresentação de dois vídeos com registros de performances das artistas trabalhando o conceito de “corpo-mato”. A instalação de buquês resultantes de coletas de matos, além da realização de uma oficina para convidar mulheres a construírem seus próprios buquês-marginais, que vão integrar a exposição.
Em Buquê Marginal, Bruna e Edinara, fazem um convite para o público pensar sobre o banal e a pluralidade, ao coletarem plantas sem valor, que brotam nas ruas, marginalizadas, criando um contraponto com o corpo feminino, proporcionando novas leituras sobre a beleza e a margem.
No vídeo apresentado nas redes sociais e no site da Fundação é possível ter uma prévia do que está sendo preparado para a exposição.
Sobre as artistas
Bruna Granucci é formada em Cinema, trabalha e vive em Florianópolis/SC. Múltipla, a sua produção abrange desde colagens analógicas, bordados livres passando pelo desenvolvimento de vídeos experimentais e projetos de instalação e murais. Nesses diferentes meios e experimentações procura estabelecer um diálogo com o seu entorno social e político e suas experiências pessoais, materializando a subjetividade de seu pensamento, recorrendo sistematicamente à um discurso feminista e poético. Participou de mostras de arte e feiras gráficas em Porto Alegre e São Paulo, além de exposições coletivas em Santa Catarina.
Edinara Patzlaff é fotógrafa, ilustradora e artista visual. Formada em Fotografia pela Universidade Feevale, trabalhou no Centro de Cultural da Universidade e com a fotógrafa publicitária Denise Wichmann em seu tempo de residência em Novo Hamburgo/RS. Como ilustradora, desenvolve o projeto Leveza com estudos em Nanquim abordando o feminino. Ainda na área experimantal, trabalha com zines e já realizou oficinas/ rodas de conversa em diferentes cidades do Rio Grande do Sul abordando o tema. Expos no Atelier Xico Stockinger/ RS, no Espaço Cultural Teatro Feevale/ RS, participa de feiras gráficas independentes em Porto Alegre e Florianópolis. Atualmente reside em Porto Alegre/RS, atua como fotógrafa publicitária e em paralelo se dedica a oficinas de Zine e a Processos Experimentais na fotografia.
Juliana Crispe é professora do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina (Ceart/Udesc). É curadora, pesquisadora, professora, arte-educadora e artista visual. Pós-Doutora pela Universidade do Estado de Santa Catarina, PPGAV/UDESC, Doutora em Educação pelo Programa em Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, PPGE/UFSC, Mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, PPGAV/UDESC, Licenciada em Artes Visuais e Bacharel em Artes Plásticas pelo Centro de Artes, Universidade do Estado de Santa Catarina. Desenvolve projetos curatoriais desde 2007, tendo realizado mais de uma centena de exposições, destacando MULHER ARTISTA RESISTE (Espaço Cultural Armazém/SC e Choque Cultural/SP, Oficinas Culturais Oswald de Andrade/SP e Bienal de Curitiba/PR), também participou como curadora das 12ª, 13ª (25 anos da Bienal) e 14ª Bienal Internacional de Curitiba (Prêmio Jovem Curadora/2019). É membra do conselho deliberativo do MASC e da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte.
Serviço: Bruna Granucci e Edinara Patzlaff falam sobre a exposição Buquê Marginal, selecionada pelo edital 2020 da Fundação Cultural BADESC
Promovido pela Fundação Cultural BADESC, encontro será via plataforma Zoom no dia 30 de julho
Fotógrafo desconhecido, acervo Rafaela Hering Bell
A atuação do poeta catarinense Lindolf Bell (1938-1998) no circuito das artes visuais de Santa Catarina, entre as décadas de 1970 e 1990 será tema de uma palestra online e gratuita promovida pela Fundação Cultural BADESC em parceria com o Museu da Escola Catarinense e a UDESC. O encontro com a participação de Ana Lúcia Beck e Daiana Schvartz e apresentação de Rosângela Cherem, será no dia 30 de julho, das 19h às 21h30, via plataforma Zoom. As inscrições para a palestra estão abertas e podem ser feitas pelo formulário disponibilizado online (clique aqui).
Na quinta-feira, as palestrantes vão discorrer sobre os resultados de suas investigações sobre a atuação de Bell como curador, marchand, galerista e crítico de arte. Além da premiada e reconhecida produção em poesia, Bell fundou a primeira galeria de arte do Estado.
A Galeria Açu-Açu, fundada por ele em 1970, em Blumenau, tornou-se uma referência para Santa Catarina, promovendo a arte regional, bem como garantindo o acesso do público às produções artísticas locais e nacionais.
Concomitantemente, entre 1972 e 1995, Bell assinou matérias semanais sobre arte no Jornal de Santa Catarina. Através destas, noticiava a movimentação do circuito artístico no Estado, contribuindo para a formação de novos públicos e para a legitimação das produções locais.
Sobre as palestrantes
Ana Lúcia Beck: membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e da Associação Europeia de Literatura Comparada (ESCL); mestre em Teoria, História e Crítica de Arte e Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College London. No momento, finaliza pesquisa de pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC investigando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte no Jornal de Santa Catarina. Resultados desta pesquisa foram apresentados no Encontro da ABCA (2020) e no Encontro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP/2020). Após 13 anos de experiência no ensino universitário no Rio Grande do Sul, hoje atua como professora no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Ao longo de sua carreira acadêmica, Ana Lúcia tem se detido especialmente na investigação sobre as relações entre as artes visuais e a literatura, tendo publicado trabalhos no Brasil e no exterior. Dentre estes, destacam-se os estudos sobre a produção de José Leonilson, Louise Bourgeois e Albrecht Dürer, entre outros. Ana Lúcia integra do grupo de pesquisa História da Arte: Imagem-Acontecimento, cadastrado junto ao CNPq, sob liderança de Sandra Makowiecky e Rosângela Cherem. Recentemente o grupo lançou a obra Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina para o qual Ana Lúcia contribuiu com capítulos sobre Victor Meirelles, Franklin Cascaes, Luiz Henrique Schwanke, Flávia Fernandes e Walmor Corrêa.
Daiana Schvartz: Doutora em Artes Visuais pelo PPGAV/UFRGS, linha de pesquisa em História, Teoria e Crítica, defendeu a tese intitulada “Arquivo Elke Hering: o indício de uma falta”. Mestre em Teoria e História da Arte pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais/UDESC, defendeu a dissertação “Elke Hering: Crítica, Circuito e Poética”. Possui graduação em Artes Plásticas pela Fundação Universidade Regional de Blumenau. Atua como curadora na Humana Galeria em Chapecó e também como professora de Artes Visuais no Instituto Federal de Santa Catarina, Campus São Carlos, desde 2015. Pesquisa a arte em Santa Catarina, investigando em especial a produção da artista Elke Hering, a crítica de arte de Lindolf Bell e a Galeria Açu-Açu. Recentemente, lançou o livro: Elke Hering: Crítica, Circuito e Poética (2018), bem como finaliza a edição de Lindolf Bell: crítica de arte em Santa Catarina a ser lançado ainda neste ano, com financiamento pelo Edital Municipal de Fomento e Circulação das Linguagens Artísticas do Município de Chapecó.
Rosângela Cherem: Doutora em História pela USP (1998) e Doutora em Literatura pela UFSC (2006); Profa. Titular de História e Teoria da Arte no Curso Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no CEART- UDESC; coordenadora do Grupo Imagem-acontecimento; orienta, possui pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Acervos e Arquivos Artísticos em Santa Catarina, Implicações e Conexões.
Serviço: Palestra online sobre a atuação de Lindolf Bell nas artes visuais de Santa Catarina
Data: 30 de julho – quinta-feira Horário: 19h às 21h30 Local: plataforma Zoom Inscrições gratuitas no link https://bit.ly/lindolfbell.
Mediado pela professora Rosângela Cherem, o encontro será no sábado, dia 25 de julho, às 14h
Ana Norogrando – exposição CORPOS E PARTES
A Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC, promove no sábado, 25 de julho, um encontro online para debater sobre a visibilidade de mulheres artistas nos espaços expositivos. As inscrições são limitadas e precisam ser feitas pelo formulário online (clique aqui) . A transmissão pela plataforma Zoom, começa às 14h.
No encontro online, que terá mediação da professora Rosângela Cherem e com participação de Thays Tonin e Ana Lúcia Beck, os temas apresentados serão: Guerrilla Girls/ Mulheres Radicais: Arte Latino-Americana, 1960-1985; “Modismos ou percepções compartilhadas?”, Mulheres artistas nos séculos 16 e 17 – MASP, além de Histórias feministas: artistas depois de 2000 – MASP.
O debate integra a disciplina Territorialidades Modernas e Contemporâneas, ministrada remotamente por Rosângela Cherem e Thays Tonin. A disciplina, que acontecia na Fundação antes da pandemia, busca fazer uma reflexão sobre a presença das mulheres na História da Arte. Além disso, problematiza não apenas um certo desconhecimento sobre as artistas, mas também considera as questões metodológicas e conceituais, históricas, culturais e políticas que estão implicadas nas abordagens.
Ministrante
Rosângela Cherem é doutora em História pela USP (1998) e doutora em Literatura pela UFSC (2006); Profa. Titular de História e Teoria da Arte no Curso Artes Visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no CEART- UDESC; coordenadora do Grupo Imagem-acontecimento; orienta, possui pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Acervos e Arquivos Artísticos em Santa Catarina, Implicações e Conexões.
Participantes
Thays Tonin é pesquisadora Pós-Doutoral do Programa de Artes Visuais da Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC. Como parte do projeto vencedor do Prêmio Elisabete Anderle 2019, atualmente, é Coordenadora do Acervo Paulo Gaiad (2019-2021) em Florianópolis. Tem Doutorado pela Università degli Studi della Basilicata (Italia), no Dipartimento delle Culture Europee e del Mediterraneo. Fez período Sandwich na Sapienza Università di Roma (ITA). É mestra em História Cultural pela UFSC, Universidade Federal de Santa Catarina (2015). É membro pesquisador da Cátedra UNESCO intitulada “Mediterranean Cultural Landscapes and Communities of Knowledge” (Itália), atuando como co-coordenadora da Sede no Brasil vinculada à UFSC, intitulada “Interlaced Strands: Mediterranean images and the south american pathos”.
Ana Lúcia Beck é Doutora em Estudos Literários pela UFRGS, realizou estágio doutoral no King’s College em Londres. Atualmente finaliza pesquisa de pós-doutorado junto ao PPGAV/UDESC investigando a atuação de Lindolf Bell na crítica de arte no Jornal de Santa Catarina. Atua como professora de história e teoria da arte no Curso de Artes Visuais da UDESC e também na USAC. Ao longo de sua carreira acadêmica, tem se detido especialmente na investigação sobre as relações entre as artes visuais e a literatura, tendo publicado trabalhos no Brasil e no exterior. Dentre estes, destacam-se os estudos sobre a produção de José Leonilson, Louise Bourgeois e Albrecht Dürer, entre outros. Integra o grupo de pesquisa História da Arte: Imagem-Acontecimento, cadastrado junto ao CNPq. Entre suas publicações mais recentes encontram-se capítulos no livro Passado-Presente em Quadros: uma antologia da história da arte em Santa Catarina onde abordou sobre Victor Meirelles, Franklin Cascaes, Luiz Henrique Schwanke, Flávia Fernandes e Walmor Corrêa.
Serviço: Visibilidade de mulheres artistas em espaços expositivos é tema de debate online promovido pela Fundação Cultural BADESC
Com mediação de Rosângela Cherem e participação de Thays Tonin e Ana Lúcia Beck Data: 25 de julho – sábado Horário: 14h Local: Plataforma virtual Zoom Inscrições limitadas pelo formulário online no link: https://bit.ly/debatevisibilidade.
A live, que tem como ponto de partida o documentário Nossa Alma Não tem Cor, será no dia 23 de julho
Crédito: Divulgação
O Cineclube da Fundação Cultural BADESC promove na quinta-feira, dia 23 de julho, um bate-papo online sobre o documentário Nossa Alma Não tem Cor, que aborda o racismo contra as populações indígenas e consequentemente a opressão causada e estruturada por ele. A conversa está marcada para iniciar às 19h, no canal da Fundação no YouTube.
Nesta edição participam como debatedores, o cineasta Ítalo Mongconãnn, indígena da etnia Xokleng e mestrando em Antropologia Social na UFSC, e os produtores culturais, comunicadores e cineastas Graciela Guarani e Alexandre Pankararu. A mediação da conversa será feita pela cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre.
O documentário Nossa Alma Não tem Cor, que será debatido no encontro, está disponível gratuitamente no YouTube ou abaixo.
Nossa Alma Não tem Cor
Dirigido por Graciela Guarani e Alexandre Pankararu. Brasil. 2019. 22 min. Documentário. Sem classificação indicativa.
Sinopse: O curta-metragem documentário aborda um dos grandes desafios enfrentados pelos povos indígenas: o racismo. Grandes nomes de lideranças indígenas do Brasil como Ayrton Krenak, Sonia Guajajara dentre outros falam dessa questão dentro do cenário brasileiro atual.
Serviço: Bate-papo virtual sobre o filme Nossa Alma Não tem Cor