O Instituto Schwanke em parceria com a Fundação Cultural Badesc promove em Joinville curso sobre o artista Luiz Henrique Schwanke

Schwanke em Zurich Foto Div InstitutoUm curso de extensão de 40 horas para mergulhar na produção do artista Luiz Henrique Schwanke (1951-1992) a partir da singularidade de seu repertório e arquivo. Schwanke, Arquivo, Interlocuções e Desdobramentos é um curso de extensão de 40 horas para mergulhar na produção do artista que terá como ministrante Rosângela Miranda Cherem, doutora em história e em literatura, professora de história e teoria da arte no curso artes visuais e programa de pós-graduação em artes visuais no Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A intensão é analisar os paradoxos contidos nas obras e trabalhos, as filiações e pertencimentos inscritos na história da arte, pensar as experimentações que marcaram e que reverberam até a contemporaneidade. A iniciativa tem como realizadores o Instituto Schwanke, a Universidade da Região de Joinville (Univille), o programa de pós-graduação em artes visuais no Ceart/Udesc e a Fundação Badesc.

Com apenas 20 vagas, a ideia do curso é combinar leituras teóricas, sobretudo de Michel Foucault e Georges Didi-Huberman, para produzir pensamento crítico sobre o artista joinvilense. A bibliografia inclui outros historiadores, críticos e filósofos, como Gilles Deleuze, Walter Benjamin, Michel Archer, Giorgio Agamben, Jacques Lacan e Jacques Rancière. A diretoria do Instituto Schwanke, além de ampliar conhecimento sobre artes visuais, pretende compartilhar o próprio espaço e a biblioteca para que os inscritos ampliem suas pesquisas. O curso também busca estruturar uma mostra planejada para dezembro, com curadoria de Rosângela Cherem, na Fundação Badesc, em Florianópolis.

A ação, uma das primeiras da presidência de Maria Regina Schwanke Schroeder, concretiza um desejo do instituto idealizado em 2012, quando se planejou criar grupos de estudos que pudessem se reunir na sede. Por razões diversas, não foi possível operacionalizar o intento que ganha concretude agora graças ao empenho e a larga experiência de Rosângela Miranda Cherem. “Criado em 2002, o MAC Schwanke, mantido pelo instituto, tem o compromisso de zelar pela memória de Schwanke e oferecer possibilidades de aprimoramento intelectual em torno da arte contemporânea, uma prática que adotamos desde a criação da entidade em 2003. Com esse fim, já organizamos seminários, encontros de discussão, palestras, trouxemos críticos e artistas para a cidade. Agora, temos o interesse de criar um novo modo de estudar, seguindo uma prática disseminada em Joinville, onde há muitos grupos que se reúnem com diferentes objetivos e saberes, do lazer, da gastronomia, da degustação, da arte e da cultura”, situa Maria Regina que também celebra o apoio da Univille, grande parceira do instituto, e do programa de pós-graduação em artes visuais no Ceart/Udesc e a Fundação Badesc, ambos de Florianópolis.

Sobre Rosangela Miranda Cherem

Doutora em história pela USP (1998) e houtora em literatura pela UFSC (2006); profa. associada de história e teoria da arte no curso artes visuais e Programa de Pós-graduação em Artes Visuais no Ceart- Udesc; coordenadora do Grupo de Estudos de Percepções e Sensibilidades e do Grupo Imagem-acontecimento. Orienta e tem pesquisas e publicações sobre História das Sensibilidades e Percepções Modernas e Contemporâneas; atualmente desenvolve pesquisa intitulada Maneira de Arquivar, Modos de Experimentar, Paradoxos e Singularidades do Gesto Artístico na Contemporaneidade.

Serviço

O quê: Curso de extensão: Luiz Henrique Schwanke, Arquivo, Interlocuções e Desdobramentos

 

Quando: nos sábados: 20 de agosto, 17 de setembro, 8 de outubro, 5 de novembro: 8h às 12h; 14h às 18h – com coffee-break. (40 horas/aula com certificação da Univille)

 

Onde: Instituto Schwanke, rua Dr. João Colin, 1.285, sobreloja da Brasilauto, bairro América, Joinville tel.: (47) 9119-3680/3433-2522 institutoschwanke@gmail.com

 

Quanto: R$ 400,00 (possível em duas vezes com cheque para 20 agos. e 8 de out.)

Realização: Instituto Schwanke, Univille, Programa de Pós-graduação em Artes Visuais Ceart/Udesc e Fundação Badesc

 

Saiba mais: www.schwanke.org.br e www.facebook.com/institutoschwanke

 

Ficha técnica:

Presidente: Maria Regina Schwanke Schroeder

Articulação e ass. de imprensa: Néri Pedroso (vice-pres.)

Coordenação: Franzoi e Mônica Juergens

Ministrante: Rosângela Miranda Cherem

Pesquisadora assistente: Carolina Ramos

Design gráfico: Mônica Juergens

 

Assessoria de imprensa: Néri Pedroso (jorn.) neripedroso@gmail.com.br Skype: neripedroso Face: Néri Pedroso (48) 9911-9837/3248-4158.

 

Contatos: Maria Regina Schwanke Schroeder (47) 9119-3680/3433-2522

 

Curso Schwanke flyer

FelizCidade: Mostra de filmes nos jardins da Fundação Cultural Badesc

13925754_1024170214368389_9164094723811410816_oNa quinta-feira, 25 de agosto, a Fundação Cultural Badesc recebe a mostra Cinema na Rua, que integra o projeto FelizCidade, ação alusiva aos 10 anos da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura de Santa Catarina (Asbea/SC).

Uma montagem de filmes que exploram a paisagem urbana de diversas cidades será projetada dos Jardins da Fundação no paredão do Floph Hotel. O projeto FelizCidade terá outras intervenções urbanas até o final de agosto em Florianópolis. A proposta é interagir o conceito de cidade sustentável em que seus habitantes e visitantes vivenciam o ambiente onde vivem.

 

 PROGRAMAÇÃO

Duração aproximada de 90 minutos.

Colagem dos filmes:

 

 PARIS: Les amants du Pont Neuf – Leos Carax, 1991

 

LISBOA: Lisbon story – Wim Wenders, 1994

 

SÃO PAULO: São Paulo S.A. – Luiz Sérgio Person, 1965

 

BERLIM: In weiter Ferne, so nah! (Tão Longe, Tão Perto), Wim Wenders, 1993

 

TOKIO: Map of the sound of Tokyo – Isabel Coixet, 2009

 

NOVA IORQUE: New York stories – vários autores, 1989

 

Serviço

O que: Cinema na Rua, mostra de filmes que integra o projeto FelizCidade – 10 anos da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura de Santa Catarina (Asbea/SC)

Quando: 25 de agosto (quinta-feira)
Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis.

Entrada gratuita.

Extremos, no jardim da Fundação Cultural Badesc

IMG_0526A exposição Extremos, de Tereza Bossler, está instalada no jardim da Fundação Cultural Badesc. A montagem foi realizada durante a 7ª Entremostras, no dia 21 de novembro e ficará no local por tempo indeterminado.

Em Extremos, por meio de para-brisas quebrados, Tereza busca fazer com que as pessoas questionem-se quanto ao ritmo com que levam suas vidas, em que muitas vezes a pressa de ir e vir pode não ter significado algum. A ideia do projeto inédito surgiu quando Tereza achou um para-brisa quebrado no mato na beira da ciclovia que circula diariamente.

“Achei interessante ver o vidro quebrado em contato com a natureza e veio ao encontro do momento em que eu precisava fazer para a minha faculdade, uma obra de arte na disciplina de pintura. Como eu não queria usar tinta e tela, passei para o tridimensional, em que a cor estaria no próprio material, no caso, o vidro com tonalidades de verde”.

A exposição Extremos ocupou o Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc de 22 de outubro até o dia 21 de novembro. Extremos dividiu espaço com a exposição Escrito, de Maira Dietrich.

Fundação Cultural Badesc apresenta Paragens

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A Fundação Cultural Badesc abriu em 2 de julho (quinta-feira), a partir das 19h, no Espaço 2,  a exposição Paragens, de Manuela CostaLima. Paulistana, a artista tem no caminhar o ponto de partida de grande parte de seus trabalhos. E foi no caminhar pela orla de Florianópolis por mais de uma semana, que ela coletou pedras marinhas que formam o conjunto deste trabalho.

“As pedras estão sendo gravadas com as coordenadas desses lugares por onde passei. Não me interessam as pedras simplesmente, mas as pedras gravadas com as indicações de seus pontos de origem”, explica Manuela.

Para realizar o trabalho, a artista hospedou-se na praia da Barra da Lagoa, região leste da ilha. “Pela minha localização, acabei percorrendo um caminho para o sul e explorei mais essa região. Florianópolis tem uma natureza deslumbrante vai permitir eu compartilhar com o público estes locais onde estive e me detive e que ganharam novos significados e tornaram-se lugares: Paragens!”, explica a artista.

Paragens é o primeiro trabalho com pedras realizado por Manuela, embora ela as colecione há algum tempo “As pedras me encantam porque são matéria antiga, foram por muito tempo moldadas pela natureza”, declara.

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Sobre a exposição

O nome da exposição baseia-se na morfologia da palavra conforme descrito no dicionário e que tem três significados que se interligam com a proposta de Manuela CostaLima: Paragem – pa.ra.gem 
sf (parar+agem)  – Ato de parar; lugar onde se para; parte do mar próxima à terra e acessível à navegação.

Paragens é portanto, resultado de um caminho real pela orla em que foi feita a coleta de pedras marinhas. Junto às pedras dispostas no chão está Geopantone, uma escala de cores obtidas por imagens do Google Street View.  Nesse caminho virtual pelo computador o olhar se concentra na linha do horizonte, lugar de repouso, paragem do olhar. A partir de aproximações máximas dessas imagens obtêm-se os planos de cor que compõe a sequência.

 

Sobre a artista

Manuela CostaLima é arquiteta formada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo, onde vive e trabalha. Desde 2012, tem participado de exposições com destaque para a 21ª Mostra de Visualidade Nascente, da Universidade de São Paulo; no Centro Maria Antônia, quando foi agraciada com uma menção honrosa; a coletivaAtlas, no Palácio das Artes de Belo Horizonte; o 46º Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba, e o Duplo, sua primeira exposição individual, realizada na Casa da Cultura de Paraty.

Pedras Errantes, sua mais recente individual, realizou-se durante o mês de maio deste ano, no espaço zip’up da galeria Zipper, em São Paulo.

No site www. manuelacostalima.com é possível conhecer mais sobre o trabalho da artista

 

Serviço

O quê: abertura da exposição Paragens, de Manuela Costa Lima

Quando: 2 de julho, quinta-feira, às 19h

Visitação: até 31 de julho, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h

Onde: Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Entrada gratuita