Cineclube da Fundação Badesc exibe Mostra Terorre All’italiana

terrorNos dias 17, 18, 20 e 27 de julho, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc apresenta a Mostra Terrore All’italiana, com exibição de filmes italianos que marcaram o cinema de horror entre as décadas de 50 e 80. A singularidade destes filmes faz com que eles se sobressaiam à média do gênero. Apesar da grande variedade de estilos, existem algumas características marcante: são geralmente histórias de assassinato conduzidas por uma narrativa de investigação com cenas sangrentas e impactantes.

 

A seleção de filmes indica uma linha histórica de desenvolvimento formal e narrativo, pontuando  algumas das evoluções pelas quais este importante gênero do cinema europeu passou com os realizadores mais representativos: Riccardo Freda, Mario Bava, Dario Argento e Lucio Fulci.

 

As exibições iniciam às 19h e a entrada é gratuita.

 

Os diretores:

 

Riccardo Freda

Artista multifacetado, inicialmente escultor e pintor antes de se dedicar à realização cinematográfica, Freda adaptou clássicos de Pushkin, Dante e Victor Hugo antes de realizar o primeiro filme de terror sonoro da Itália, Os Vampiros, que abre a mostra. Para ele, o horror “(…) não tem nada a ver com a representação objetiva de algum monstro” e “está entranhado em nós desde o nascimento”.

 

Mario Bava

Iniciou sua carreira como criador de efeitos especiais para o cinema, um talento que levou para suas próprias produções e que, em convergência com a sua experiência como diretor de fotografia e iluminador, marcou a visualidade dos seus próprios filmes. Seu gênio influenciou profundamente não somente os filmes italianos de horror mas também a produção de diretores de todo o mundo (de Dario Argento a Quentin Tarantino).

 

Dario Argento

Ex-crítico de cinema, co-argumentista e co-roteirista de Era uma Vez no Oeste com Bernardo Bertolucci e Sergio Leone, é considerado por muitos o maior expoente do gênero. Argento é também um dos cineastas mais instigantes a iniciar carreira no cinema italiano a partir da década de 1970.

 

Lucio Fulci

Iniciou a carreira como crítico de arte, assistente de direção e roteirista para depois tornar-se diretor de alguns dos filmes mais violentos e perturbadores do filme fantástico italiano. Alguns de seus filmes foram proibidos, censurados ou editados em outros países devido ao seu conteúdo.

 

 

Sinopses

Dia 17, segunda-feira

Os Vampiros

(I Vampiri) de  Riccardo Freda, Mario Bava. Itália. 1957. 82 min. Terror. Sem classificação. Com Gianna Maria Canale, Carlo D’Angelo, Dario Michaelis.

Jornalista investiga o assassinato de garotas que aparecem mortas sem sangue e descobre que elas estão sendo usadas para manter a vida eterna de uma duquesa.

 

Dia 18, terça-feira,

Seis Mulheres Para o Assassino

(Sei Donne per L’assassino) de Mario Bava. Itália, França, Mônaco. 1964. 88 min. Terror, Mistério. Sem classificação. Com Cameron Mitchell, Eva Bartok, Thomas Reiner.

Homem mascarado persegue e mata as modelos de um ateliê de moda.

 

Dia 20, quinta-feira

Prelúdio Para Matar

(Profondo Rosso) de Dario Argento. Itália. 1975. 126 min. Terror, mistério. Sem classificação. Com  David Hemmings, Daria Nicolodi, Gabriele Lavia.

Após testemunhar o assassinato de uma famosa médium, pianista investiga o crime com a ajuda de uma repórter, enquanto os dois são perseguidos pelo assassino que quer silenciá-los.

 

Dia 27, quinta-feira

As Sete Portas do Inferno

(…E tu vivrai nel terrore! L’aldilà) de Lucio Fulci. Itáia. 1981. 87 min. Terror. Sem classificação. Com  Catriona MacColl, David Warbeck, Cinzia Monreale.

Garota herda antigo hotel nos Estados Unidos e descobre que ele está construído sobre uma das portas do inferno.

 

 

Serviço:
O que: Mostra Terrore All’italiana
Quando: 17, 18, 20 e 27 de julho, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita


Mostra Mestres Japoneses será exibida no Cineclube da Fundação Badesc

16991831_1209526925832716_6522391878876861996_oNos dias 3, 6 e 7 de março, às 19h, será exibida no Cineclube da Fundação Cultural Badesc a Mostra Mestres Japoneses que apresenta o trabalho de diretores japoneses que, entre as décadas de 20 e 60, marcaram a história do cinema através de seu estilo e linguagem.

 

A seleção dos filmes aproxima as últimas obras produzidas pelos diretores Mikio Naruse, Yasujiro Ozu e Kenji Mizoguchi buscando mostrar a radicalidade do cinema clássico japonês e como, ao chegar ao final de suas carreiras, esses realizadores chegaram também ao ápice de seus estilos.

 

 

Os diretores

 

Mikio Naruse, de estilo conciso e sem extravagâncias, era econômico tanto nos aspectos internos quanto externos aos filmes. Seus roteiros eram simples, com poucos diálogos e filmados num modo de produção básico. As histórias traziam as vidas de pessoas das classes trabalhadoras, principalmente de personagens femininas.

 

Yasujiro Ozu iniciou a carreira de diretor fazendo filmes de comédia ao estilo de Hollywood para um grande estúdio do Japão. Após a 2ª Guerra, produziu os filmes que lhe trouxeram maior reconhecimento, tais como Pai e Filha (1949) e Era uma Vez em Tóquio (1953). Progressivamente, foi abandonando as convenções cinematográficas usuais até assumir sua linguagem, marcada pela precisão e singularidade dos enquadramentos. Seus filmes abordaram temas relacionados à família, casamento, relações sociais e de geração.

 

Kenji Mizoguchi, assim como Naruse, fez muitos filmes com protagonistas mulheres, colocando em questão o papel destas na sociedade japonesa. Oriundo de uma juventude passada em extrema pobreza, teve sua irmã mais nova vendida como gueixa por seu pai, evento que, talvez, explique sua imensa empatia pelo sofrimento das mulheres. Seu estilo foi marcado pelo uso de takes longos, no qual uma cena geralmente acontecia em um único plano.

 

Sinopses

 

Dia 3, sexta feira, 19h

Nuvens Dispersas

(Midaregumo) de Mikio Naruse. Japão. 1967. 108 min. Drama. Sem classificação. Com Yûzô Kayama, Yôko Tsukasa, Mitsuko Kusabue.

De volta ao Japão após a 2ª Guerra, mulher retoma o romance que teve com um homem que conheceu na Indochina. Entretanto, agora ele tem uma esposa que não está disposto a abandonar.

 

Dia 6, segunda-feira, 19h

A Rotina Tem seu Encanto

(Sanma no aji) de Yasujiro Ozu. Japão. 1962. 112 min. Drama. Sem clasificação. Com Chishû Ryû, Shima Iwashita, Keiji Sada.

Viúvo de meia-idade buscar arranjar o casamento de sua filha mais velha para que ela não precise ficar cuidando dele.

 

Dia 7, terça feira, 19h

A Rua da Vergonha

(Akasen chitai) de Kenji Mizoguchi. Japão. 1956. 87 min. Drama. Sem classificação. Com Machiko Kyô, Aiko Mimasu, Ayako Wakao.

As histórias, sonhos e dramas  de cinco prostitutas de um bordel em Tóquio, enquanto o governo japonês discute a criminalização da prostituição.

 

 

Serviço:
O que: Mostra Mestres Japoneses
Quando: 3, 6 e 7 de março de 2017, sexta, segunda e terça-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Jornal Notícias do Dia divulga mostra Cinema Brasileiro Antes e Depois

O caderno Plural, do jornal Notícias do Dia, divulga a mostra Cinema Brasileiro Antes e Depois, que será realizada nos dias 9, 10, 16, 17, 23 e 24 de fevereiro, no Cineclube da Fundação Cultural Badesc. O evento renova o projeto da mostra Cinema Brasileiro Agora, realizado em 2016, que tem como objetivo dar visibilidade às realizações brasileiras e promover a oportunidade ao público de conhecê-las e discuti-las. As sessões têm início às 19h e a entrada é gratuita.

07.02 Cinema Brasileiro Antes e Depois Notícias do Dia

Cineclube apresenta a mostra Cinema Brasileiro Antes e Depois

16473946_1193359894116086_3643715237046844742_nNas quintas e sextas-feiras de fevereiro, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc realizará a mostra Cinema Brasileiro Antes e Depois. O evento renova o projeto da mostra Cinema Brasileiro Agora, realizado em 2016, que tem como objetivo dar visibilidade às realizações brasileiras e promover a oportunidade ao público de conhecê-las e discuti-las. A mostra conta com o apoio da Vitrine Filmes.
 
 
 
Nesta edição, as produções recentes estão em paralelo com títulos mais antigos. ”O conjunto de filmes escolhidos evidencia um desejo de olhar para o país e seus habitantes, propondo reflexões a partir de diferentes abordagens. Os títulos escolhidos falam não apenas do cidadão “comum”, mas também de segmentos e tipos sociais ignorados, formando um contexto de questões sobre o que é ser brasileiro”, comenta Clarice Dantas, produtora do Cineclube.
 
 
 
Um dos filmes exibidos será Branco Sai, Preto Fica e será comentado por José Geraldo Couto, crítico de cinema, jornalista e tradutor; autor, entre outros livros, de André Breton, Brasil: Anos 60. Escreve regularmente sobre cinema para a revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.
 
 
 
A entrada é gratuita. A Fundação Cultural Badesc está localizada na Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis.
 
 
 
SINOPSES
 
Dia 9, quinta-feira
 
Serras da Desordem
 
De Andrea Tonacci. Brasil. 2006. 135 min. Documentário. 12 anos.
 
Mistura de documentário e reencenação da vida de Carapirú, índio nômade que escapa de um ataque de fazendeiros nos anos 70. Depois de andar sozinho por anos, é capturado a dois mil quilômetros de seu ponto de partida e vira centro de uma polêmica entre antropólogos e linguistas quanto a sua origem e identidade.
 
 
 
 
 
Dia 10, sexta-feira
 
Cabra Marcado pra Morrer
 
de Eduardo Coutinho. Brasil. 1984. 119 min. Documentário. 12 anos. Com Eduardo Coutinho, Tite de Lemos e Ferreira Gullar.
 
Reconstrução da vida de João Pedro Teixeira, líder camponês da Paraíba assassinado em 1962, ocasião em que o filme começa a ser feito. Em razão do golpe de 64, as filmagens são interrompidas e retomadas 17 anos depois, com a ajuda da viúva, dos filhos de João e dos camponeses que estavam nas primeiras filmagens.
 
 
 
Dia 16, quinta-feira
 
Avanti Popolo
 
de Michael Warmann. Brasil. 2012. 72 min. Drama. 12 anos. Com André Gatti, Carlos Reichenbach e Eduardo Valente.
 
Homem encontra uma série de películas Super 8mm, filmadas por seu irmão durante a ditadura militar dos anos 1970. Com estas imagens, ele se lembra das histórias vividas por seu pai, um homem que até hoje espera pelo filho, desaparecido há mais de 30 anos.
 
 
 
 
 
Dia 17, sexta-feira
 
São Paulo, Sociedade Anônima
 
de Luis Sérgio Person. Brasil. 1965. 107 min. Drama. 12 anos. Com Walmor Chagas, Eva Wilma e Ana Esmeralda.
 
No contexto de desenvolvimento econômico graças à indústria de automóveis, jovem aproveita para subir de vida e formar uma família, mas segue permanentemente insatisfeito.
 
 
 
Dia 23, quinta-feira
 
Branco Sai, Preto Fica
 
de Adirley Queirós. Brasil. 2014. 90 min. Drama. 12 anos. Com Marquim do Tropa, Shockito e Dilmar Durães.
 
Tiros em um baile de black music na periferia de Brasília ferem dois homens, que ficam marcados para sempre. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.
 
 
 
 
 
Dia 24, sexta-feira
 
Alma Corsária
 
de Carlos Reichenbach. Brasil. 1993. 112 min. Drama. 16 anos. Com Bertrand Duarte, Jandir Ferrari e Andrea Richa.
 
Dois poetas e amigos de infância lançam um livro numa pastelaria do centro de São Paulo e convidam a mais variada fauna humana para o evento, incluindo um suicida em potencial, cafetões, prostitutas e desocupados.
 
 
 
 
 
Serviço:
 
O que: Mostra Cinema Brasileiro Agora Antes e Depois
 
 
 
Quando: 9, 10, 16, 17, 23 e 24 de fevereiro, quintas e sextas-feiras, às 19h
 
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
 
Quanto: Entrada gratuita

Mostra Vida de Artista abre programação do Cineclube em 2017


convite-reduzidaA partir do dia 9 de janeiro, O Cineclube da Fundação Cultural Badesc exibe, às segundas-feiras, a mostra Vida de Artista. Inspirada pela ideia de que a arte seria capaz de redimir ou transformar a vida daqueles impactados por ela, a mostra busca refletir sobre essas possibilidades pelo outro lado: o dos artistas.
A escolha dos filmes tem como intuito trazer à tona questões como: para quem vive da sua expressão artística, seria esta uma forma de aproximação ou afastamento da vida? É a arte capaz de expressar tudo o que a vida abrange? Pode um artista ser redimido pela sua obra?
As sessões iniciam às 19h e a entrada é gratuita.
SINOPSES
Dia 9, segunda-feira, 19h, Vida de Artista
Crônica de Anna Magdalena Bach
(Chronik der Anna Magdalena Bach) de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub. Alemanha Ocidental, Itália. 1968. 94 min. Biografia. Sem classificação. Com Gustav Leonhardt, Christiane Lang e Paolo Carlini.
A vida do ilustre compositor alemão Johann Sebastian Bach narrada por sua esposa. Boa parte do filme apresenta inúmeros trechos de suas obras executadas no cravo.
Dia 16, segunda-feira, 19h, Vida de Artista
O Retrato de Jennie
(Portrait of Jennie) de William Dieterle. EUA. 1948. 86 min. Drama, Romance. Sem classificaçã. Com Jennifer Jones, Joseph Cotten e Ethel Barrymore.
O pintor Eben Adams é um artista talentoso, porém não consegue produzir um trabalho genuíno e impactante.Isso muda quando ele conhece, ao acaso, Jeannie, jovem misteriosa que parece viver fora de nosso tempo.
Dia 23, segunda-feira, 19h, Vida de Artista
Van Gogh
De Maurice Pialat. França. 1991. 158min. Drama. Sem classificação. Com Jacques Dutronc, Alexandra London e Bernard Le Coq.
Um exame da vida de Vincent Van Gogh, em seus últimos 67 dias de vida. O filme se preocupa mais em mostrar o cotidiano de Van Gogh, detalhes da vida na Belle Épòque, e principalmente as relações com seu irmão Théo, com o Dr. Gauchet a filha deste.
Dia 30, segunda-feira, 19h, Vida de Artista
Um Filme Para Nick
(Lightning Over Water) de Nicholas Ray, Wim Wenders. Suécia, Alemanha Ocidental. 1980. 91 min. Documentário. 12 anos. Com Gerry Bamman, Ronee Blakley e Pierre Cottrell.
Nicholas Ray, grande diretor americano, deseja fazer um último filme antes de morrer. Acompanhamos o planejamento do roteiro, as conversas com o também diretor Wim Wenders e o cotidiano de Nick durante seus dias finais de vida.
Comentaristas: André Barcellos, Lucian Chaussard, Thiago Santana e Vitor Vianna, integrantes do podcast de cinema A Conversação -http://aconversacao.tumblr.com.
Serviço:
O que: Mostra Vida de Artista
Quando: 09, 16, 23 e 30 de janeiro, segunda-feira, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: Entrada gratuita
 

Cineclube da Fundação recebe Mostra Independente Arte de Guerra – XØKE

15253618_1131723890279687_6228391596466936768_nNo dia 8 de dezembro, quinta-feira, às 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc recebe a XOKE, Mostra Independente Arte de Guerra. A mostra ocorre em várias partes de Florianópolis e integra diversas atividades dos dias 7 a 11 de dezembro, sendo que a primeira exibição de filme será na Fundação.

 

A XØKE é uma mostra independente, provocada pelo grupo ETC da Universidade do Estado dr Santa Catarina (Udesc) para intervir e desestabilizar a coreografia imposta na cidade. O evento tem parceria com os espaços da ADEH, associação que trabalha em prol da efetivação dos Direitos Humanos, com enfoque na cidadania de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais e  com a Fundação Cultural Badesc.

 

A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos a partir das 18h.

Mais informações sobre a Mostra na Fanpage XØKE :: Mostra independente de arte de guerra.

 

Sinopese:

Corpo-porto

Do coletivo tensoativo. Macapá/AP. 6 min. Videoperformance. Livre.

Um corpo insiste em fazer contato: in/existente, insistente, persistente em cartas que se dissolvem num fluído que segue somente as regras do tempo.

 

Sobre o paraíso inabitável ser o próprio corpo

de Lucas Bernardi, Everton Lampe e Dimi Carmolinga. Florianópolis/SC. 2016. 3 min. Videoperformance. 14 anos.

Especulação imobiliária, o não direito ao próprio corpo e a cidade que se habita.

 

estudo 1: azougue – contaminações sobre o mar

de  Cristiana Nogueira – Macapá/AP. 6 min. Videoperformance. 12 anos.

A partir de elementos que degradam a natureza, em especial o mercúrio, a dualidade entre a artificialidade (ou puramente seu aspecto) dos materiais e sua relação com a Natureza.

 

Antropollofagia

do Coletivo Mapas e Hipertextos. Florianópolis/SC. 2013. 14 min. Videoperformance. 12 anos.

Composição de ações modulares a partir das emergências desse mapeamento que revela alguns padrões comportamentais de gênero relacionados à sujeição a diferentes instâncias de poder.

 

Putrefatio#1 Digestão

de Janaina Carrer. São Paulo/SP. 2014. 10 min. Videoperformance. Livre.

Processo que faz parte da primeira etapa alquímica, na Putrefatio a transformação da matéria orgânica em minerais é analogia para processos de crise e morte, a destruição daquilo que não serve mais e o adubar de uma nova vida que pode surgir.

 

Casulo

de Letícia Rodrigues. Campinas/SP. 2016. 5 min. Videodança. Livre.

“Sonho com uma Velha sem rosto no meio da floresta. Ela me olha fixamente, mas não tem rosto. Tenho medo dela, mas não consigo me mexer…”

 

 

 

Serviço:
O que: XØKE – Mostra Independente Arte de Guerra

Quando: 8 de novembro, quinta-feira, às 19h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: gratuito – distribuição de ingressos com uma hora de antecedência.

Cineclube da Fundação Badesc recebe a mostra Sessão Catarina

15327410_1127097114075698_8947602851478352822_nNa segunda-feira, 5 de dezembro, a partir das 19h, o Cineclube da Fundação Cultural Badesc recebe mais uma vez uma sessão de curtas-metragens de realizadores locais. Serão exibidos três curtas-metragens de formatos e estilos diversos, incluindo um documentário, um filme ensaístico e um misto de ficção com videoarte. A mostra visa criar um contato entre realizadores e seu público.

 

O curta-metragem Cavalos apresenta filmagens em Super 8, buscando um efeito de imagem a partir da granulação da película que se relaciona com as reflexões do filme sobre memória e atualização do passado. O filme Um Qualquer, que aborda os métodos de recuperação para dependentes químicos, foi gravado em quatro estados brasileiros. O diretor Marcio Diogo Gerba passou por diversas instituições para entrevistar profissionais da área a fim de conhecer suas experiências com os dependentes em tratamento. O curta Petricor teve todas as cenas gravadas em takes únicos, sem ensaios prévios dos atores, que se conheceram apenas no primeiro dia de gravação.

O Cineclube contará com a presença dos realizadores, que irão compor a mesa para uma conversa com o público após a sessão. A entrada é gratuita, com distribuição de ingressos a partir das 18h.

 

SINOPSES

 

Cavalos

De Julio Aied Passos. Brasil. 2014. 24 min. Drama. Livre.Com Isabela Aime Furquim, Julio Aied Passos e Marcelo Ribeiro.

A memória é distinta do corpo, mas passa por ele e coexiste com o presente.

 

Um Qualquer
de Marcio Gerba. Brasil. 2016. 26 min. Documentário. Livre.

Além da densidade e do desejo existe um muro e suas possibilidades.

 

Petricor

de Bruna konder. Brasil. 2014. 17 min. Vídeo arte, ficção. 16 anos. Com Luana Amorim Machado, Henrique Ouro e Bruna Konder.

Reflete sobre quais são as recordações verdadeiras e quais são inventadas na esperança de que tenhamos tido uma infância feliz.

 

Haverá debate com a participação dos diretores: Julio Aied Passos – formado em Cinema pela UFSC em 2014; Marcio Gerba – como ex-dependente químico, atua na área de recuperação há 11 anos realizando palestras e documentários; Bruna Konder – formada em Cinema e Audiovisual, atuando na área desde 2011; foi colunista sobre cinema para o site colunistas.com, em 2012 criou “Rei Martin”, empresa independente de Visual director and video performer, onde hoje atua na direção de fotografia artística, nu artístico, boudoir portraits.

 

Serviço:

O que: Sessão Catarina

Quando: Segunda-feira, 5 de dezembro, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: gratuito –  distribuição de ingressos a partir das 18h

Jornalista Laura Coutinho divulga nota sobre a mostra Cine [Delas]

A jornalista Laura Coutinho, em sua coluna What’s Up, no jornal Diário Catarinense, divulga a Mostra Cine [Delas], filmes realizados exclusivamente por diretoras mulheres. Os trabalhos selecionados trazem em seu contexto questões de diversidade, equidade e protagonismo feminino por meio da trajetória tanto das personagens quanto das realizadoras. A mostra continua hoje (24/11) e vai até amanhã (25/11), sempre às 19h, com entrada gratuita e distribuição de senhas a partir das 18h.

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Mortos que Caminham na estreia da sessão Foco em Cinema

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O Cineclube da Fundação inicia uma nova parceria com a programação de Bruno Andrade, editor, redator e idealizador da Foco Revista de Cinema (http://focorevistadecinema.com.br/). Com base no que guiou o trabalho editorial da revista, a sessão “Foco em Cinema” pretende propor a exibição de um filme clássico ou feito nos nossos dias, intercalando as formas do passado com as propostas mais recentes e ousadas, sempre com uma atenção particular às obras no contexto da história do cinema.

O filme Mortos que Caminham (Merrill’s Marauders), de Samuel Fuller, lançado em 1962, será o primeiro exibido nesta parceria, no dia 30 de novembro, às 19h. A entrada é gratuita.
Mortos que Caminham tem 98 minutos de duração e é classificado no gênero guerra. No elenco, destaque para a participação de Jeff Chandler, Ty Hardin e Peter Brown. O filme relata a campanha do general Frank D. Merrill, que conduz três mil voluntários americanos pela Birmânia para Myitkyina (ambas em Myanmar), durante a Segunda Guerra Mundial. A tropa 5307 Composite Unit  lutou no sudeste asiático além de seus limites para atacar as tropas japonesas no percurso. O realizador Samuel Fuller lutou na Segunda Guerra Mundial, inclusive estando presente no momento da libertação dos prisioneiros de Auschwitz, experiência que transpôs para os seus filmes de guerra.
“O conhecimento do cinema se dá exclusivamente pelo conhecimento dos filmes. Uma boa assimilação desse conhecimento implica em uma atividade de programação que envolve a exibição e o debate, bem como a localização histórica desses filmes em relação às linhas gerais e às exceções que marcam as épocas do cinema. Acreditamos na importância do estímulo à elaboração e eventual circulação de novas ideias em vínculo com textos e leituras célebres consagradas pelo tempo”, diz Bruno Andrade.

Serviço:
O que: Sessão Foco em Cinema apresenta o filme Mortos que Caminham
Quando: quarta-feira, 30 de novembro, às 19h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Quanto: gratuito