Imaginação histórica e distopia são temas de live promovida pela Fundação Cultural BADESC

Professor Julio Bentivoglio participa do encontro virtual gratuito que acontece na quarta-feira, dia 9 de dezembro

Insomnia or Nocturnal Awakening, obra de arte digital de George Grie – crédito Divulgação

Distopia é uma realidade imaginária na qual as pessoas vivem em meio ao autoritarismo e a privação. Falar sobre o assunto ajuda a compreender muito sobre a história e a imaginação. E na quarta-feira, dia 9 de dezembro, o professor Julio Bentivoglio vai falar sobre o tema no encontro virtual gratuito promovido pela Fundação Cultural BADESC.

A partir das 19h30, o professor que leciona Teoria da História na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), vai explanar sobre a pesquisa História em transe: distopia, imaginação histórica e interdição de futuros. Para acompanhar a aula, basta acessar o link http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb e acompanhar a mesma pelo Microsoft Teams. O acesso só será liberado no dia da live. 

O encontro integra uma série de lives do projeto A história entre imagens e sons, uma parceria com o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e o Laboratório de Imagem e Som. 

Sobre Julio Bentivoglio

Professor de Teoria da História na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e integrante dos Programas de Pós-graduação em História e Geografia. Atua nas áreas de Teoria da História, Historiografia brasileira, francesa e alemã, História Intelectual, Brasil Império, história das ideias, História urbana. Organizou a publicação de traduções de Droysen e Gervinus pela editora Vozes e de Chladenius pela Editora da Unicamp. E também as coletâneas A Constituição da História como Ciência, Afirmação da História como Ciência pela editora Vozes e o Futuro da História pela Milfontes. Foi diretor da ANPUH seção ES (2011-2013), vice-diretor do Centro de Ciências Humanas e Naturais na UFES (2011-2015), editor da revista Dimensões (PPGHIS-UFES) (2012-2014), chefe do Departamento de História (2011), editor executivo da revista História da Historiografia (2010-2014) e é pesquisador vinculado ao LAB-TEO USP e coordenador do LETHIS-UFES. Embaixador da International Network for Theory of History no Brasil desde 2013.

Último encontro

No dia 16 de dezembro, a professora Maria da Conceição Francisca Pires (Unirio) vai participar do encontro. Também, a partir das 19h30, ela irá abordar o tema A Pandemia na Mira do Humor: é possível rir em tempos de luto?

Serviço: Encontro virtual História em transe: distopia, imaginação histórica e interdição de futuros, com o professor Julio Bentivoglio

Data:  9 de dezembro – quarta-feira
Horário: 19h30
Local: Plataforma online Microsoft Teams (http://bit.ly/encontrosvirtuaisfcb)
Gratuito

Fundação Cultural BADESC promove mesa de debate online sobre a presença das mulheres na História da Arte

Encontro mediado pelas professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin será transmitido pela plataforma Zoom na tarde do sábado, dia 18 de julho

Crédito: Fundação Cultural BADESC/Divulgação. Detalhe da obra Tuíre Kayapó de 2019 da artista Moara Brasil, obra presente no acervo do Projeto Armazém

            A Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC, promove no sábado, dia 18 de julho, uma mesa de debate sobre Territorialidades Ausentes ou Invisíveis, Como Pensar a História da Arte e seus/suas Protagonistas? As inscrições são limitadas e precisam ser feitas pelo formulário online (clique aqui). A transmissão começa às 14h pela plataforma Zoom.

            O encontro faz parte da disciplina Territorialidades Modernas e Contemporâneas, ministrada em modo remoto pelas professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin. A disciplina, que acontecia na Fundação antes da pandemia, busca fazer uma reflexão sobre a presença das mulheres na História da Arte. Além de problematizar não apenas um certo desconhecimento sobre as artistas como também considerando as questões metodológicas e conceituais, históricas, culturais e políticas que estão implicadas nas abordagens.

Neste encontro online, que terá mediação das professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin, participam três debatedoras. As professoras Maria Da Conceição Francisca Pires, Juliana Crispe e Debora Pazetto vão falar das suas pesquisas e refletir sobre a seguinte questão: Quando se considera uma História da Arte em que as mulheres são as protagonistas, qual é o horizonte possível de inclusões e quais são as implicações que incidem sobre estas escolhas?

Conheça mais sobre as debatedoras:

Debora Pazetto: Professora de História e Teoria da Arte na UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2007) e graduação em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC (2010), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010) e doutorado em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, na linha de pesquisa de Estética e Filosofia da Arte, com estágio doutoral na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Principais áreas de atuação: Teoria da Arte; Estética, Filosofia da Arte, Arte e Tecnologia; Estudos de Gênero, Crítica de Arte.

Juliana Crispe: Professora do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina. É curadora, pesquisadora, professora, arte-educadora e artista visual. Pós-Doutora pela Universidade do Estado de Santa Catarina, PPGAV/UDESC, Doutora em Educação pelo Programa em Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, PPGE/UFSC, Mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, PPGAV/UDESC, Licenciada em Artes Visuais e Bacharel em Artes Plásticas pelo Centro de Artes, Universidade do Estado de Santa Catarina. Desenvolve projetos curatoriais desde 2007, tendo realizado mais de uma centena de exposições, destacando MULHER ARTISTA RESTISTE (Espaço Cultural Armazém/SC e Choque Cultural/SP, Oficinas Culturais Oswald de Andrade/SP e Bienal de Curitiba/PR), também participou como curadora das 12ª, 13ª (25 anos da Bienal) e 14ª Bienal Internacional de Curitiba (Prêmio Jovem Curadora/2019). É membra do conselho deliberativo do MASC e da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte.

Maria Da Conceição Francisca Pires: Doutora em História pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal Fluminense com pós doutorado na Universidade de Buenos Aires- UBA. Professora Adjunta do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História, na linha de pesquisa Cultura, Poder e Representações, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Pesquisadora do CNPq, participa como pesquisadora associada do Núcleo de Pesquisas em História Cultural – NUPEHC, na Universidade Federal Fluminense, na linha de pesquisa Cultura e Poder, e do Núcleo de Documentação, História e Memória (UNIRIO). Autora do livro “Cultura e Política entre Fradins, Zeferinos, Graunas e Orelanas” (Annablume, SP, 2010). Desenvolve pesquisa envolvendo os seguintes temas: História do Brasil Contemporâneo, Ditaduras no Cone Sul, História, Mídia e Audiovisual, Estudos Visuais, Intelectuais e Imprensa, Histórias em Quadrinhos, História e Humor Gráfico, Gênero e História.

Serviço: Mesa de Debate Territorialidades Ausentes ou Invisíveis, Como Pensar a História da Arte e seus/suas Protagonistas?

Com Maria Da Conceição Francisca Pires, Juliana Crispe, Debora Pazetto e mediação de Rosângela Cherem e Thays Tonin
Data: 18 de julho – sábado
Horário: 14h
Local: Plataforma Zoom
Inscrições limitadas pelo formulário https://bit.ly/debateterritorialidades

Filme luso-brasileiro-moçambicano é tema da live do Cineclube da Fundação Cultural BADESC

Debate online sobre o longa Yvone Kane será na quarta-feira, 15 de julho, no canal do YouTube da Fundação

Yvone Kane - crédito Divulgação _
Crédito da imagem: divulgação.

Em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC), o Cineclube da Fundação Cultural BADESC, promove mais um debate online da Sessão África no Cinema. Para esta edição, programada para a quarta-feira, 15 de julho, o filme em destaque será “Yvone Kane”.

            A partir das 19h, a cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, vai receber no canal do YouTube da Fundação três debatedores.

            Participam o sociólogo e investigador Científico no Centro de Estudos Africanos/Universidade Eduardo Mondlane (CEA/UEM), Maputo-Moçambique e mestre em Sociologia Política pela UFSC, Hélio Maúngue, o coordenador do LEHAf/UFSC, Sílvio Marcus de Souza Correa e o cineasta e curador do projeto África no Cinema, Alex Brandão.

            O drama luso-brasileiro-moçambicano está disponível gratuitamente pelo YouTube, ou abaixo: 

https://youtu.be/cZqZXjrdWZc

Yvone Kane

De Margarida Cardoso. Moçambique/Portugal/Brasil. 2014. 122 min. Drama. 12 anos.
Com Beatriz Batarda, Irene Ravache e Samuel Malumbe.

Sinopse: Rita decide voltar à África, ao país onde cresceu, para reencontrar sua mãe, Sara. Ela passa a investigar o percurso e a morte de Yvone Kane, uma ex-guerrilheira e ativista política que marcou várias gerações. Um retrato das memórias sobre o protagonismo feminino na guerra de libertação ao colonialismo, realizado pela cineasta portuguesa Margarida Cardoso.

África no Cinema

É uma sessão mensal do Cineclube da Fundação em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). O objetivo do projeto é a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e/ou com filmagens em África. Visa também divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes, comentários e debates sobre a produção cinematográfica africana, e também sobre as representações da África no cinema.

Serviço: Sessão África no Cinema online debate o filme Yvone Kane

Data: 15 de julho – quarta-feira
Horário: 19h
Local:  Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube.

Filme Party Girl é tema da live do Cineclube da Fundação Cultural BADESC

Bate-papo online que integra a Sessão Gênero e Alteridades será na sexta-feira, dia 3 de julho

No dia 3 de julho o Cineclube da Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre as Violências (Nuvic/UFSC), promove mais uma live da Sessão Gênero e Alteridades. O filme Party Girl será debatido a partir das 19h no canal do YouTube da Fundação.

Com mediação da cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, participam do debate o professor Eduardo Zanette, que é doutorando em Educação pela UFRGS e a professora doutora do IFRS, Aline Ferraz.

O filme está disponível gratuitamente no site Looke e as participações e interações dos internautas podem ser feitas nos comentários durante a live.

Party Girl

De Claire Burger, Marie Amachoukeli, Samuel Theis.França/Alemanha. 2014. 96 min. Drama Classificação: 14 anos
Com Angélique Litzenburger, Samuel Theis.

Sinopse: Angélique é uma hostess de 60 anos que ainda gosta de festa e de homens. Trabalhando em um cabaré perto da fronteira franco-alemã, ela começa a ver a clientela tornar-se cada vez mais rara. Mas Michel, seu cliente regular que sempre foi apaixonado por ela, um dia a pede em casamento. Inspirado na história da mãe do diretor Samuel Theis, o filme conta com a própria família do realizador no elenco, no qual interpretam a si mesmos.

Serviço: Sessão Gênero e Alteridades online vai debater o filme Party Girl

Data: 3 de julho – sexta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube.

Crédito das imagens: Divulgação.

Releitura do clássico Madame Bovery é tema do bate-papo online na Sessão Divã

O filme em debate na live do dia 18 de junho é Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte

               Na quinta-feira, dia 18 de junho, o Cineclube da Fundação Cultural BADESC, promove em parceria com o Fórum Lacaniano de Florianópolis, um debate online na Sessão Divã. O bate-papo sobre o filme Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte será a partir das 19h no canal do YouTube da Fundação.

               Participam do debate sobre o filme os psicanalistas Taoana Padilha e Sérgio Scotti. A mediação do mesmo será feita pela cineasta e curadora do Cineclube, Vanessa Sandre.

                As participações e interações dos internautas podem ser feitas nos comentários durante a live. O filme pode ser assistido gratuitamente pelo site Looke.

Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte

De Anne Fontaine. França/Reino Unido. 2014. 99 min. Comédia/Drama/Romance. 14 anos. Com Fabrice Luchini, Gemma Arterton e Jason Flemyng.

Sinopse: A inglesa Gemma Bovery se muda com o marido para uma pequena cidade francesa. Ela logo desperta a atenção de Martin Joubert, um morador local que fica encantado com sua beleza e também com as semelhanças que possui com a protagonista de Madame Bovary, clássico da literatura escrito por Gustave Flaubert. Tamanha admiração faz com que Martin siga os passos de Gemma que, cada vez mais entediada, acaba se envolvendo em um caso extraconjugal.

Serviço: Sessão Divã online aborda o filme Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte

Data: 18 de junho – quinta-feira
Horário: 19h
Local: Canal da Fundação Cultural BADESC no YouTube.

Live da Fundação Cultural BADESC vai falar sobre o filme africano Guimba, o Tirano

Bate-papo online será na quarta, dia 10, na Sessão África no Cinema

Convite para o evento online do África no Cinema - bate-papo sobre o filme Gimba, o Tirano

               No dia 10 de junho, o Cineclube da Fundação Cultural BADESC promove uma live da sessão África no Cinema para falar sobre o filme africano Guimba, o Tirano, do diretor Cheick Oumar Sissoko. O bate-papo será no canal do YouTube da Fundação a partir das 19h.

               Nesta edição, que será mediada pela cineasta e curadora do Cineclube da Fundação, Vanessa Sandre, participam como debatedores Sílvio Marcus de Souza Correa, que é coordenador do LEHAf/UFSC e o cineasta e curador do África no Cinema, Alex Brandão.

               O debate poderá ter a participação do público, com mensagens no chat da live. E quem quiser pode assistir o filme gratuitamente no canal AfricaShows no YouTube, ou abaixo.

https://www.youtube.com/watch?v=AJ4-fpDTmcM&feature=emb_title

Sobre o filme

Guimba, o Tirano (Guimba, un tyran une époque) de Cheick Oumar Sissoko. Mali. 1995. 90 min. Drama/Comédia/Fantasia. Sem classificação.

Sinopse: Retrato da ascensão e queda de um tirano cruel e despótico, Guimba Dunbuya, e seu filho anão Janguiné, em uma vila fictícia no Sahel do Mali. Uma lenda africana é a base deste filme co-produzido por Burkina Faso e Alemanha, que se passa numa antiga cidade construída com lama no deserto, Sitakili.

imagem de reprodução do filme Gimba, o tirano

África no Cinema

É uma sessão mensal do Cineclube da Fundação em parceria com o projeto de extensão universitária promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf/UFSC). O objetivo do projeto é a promoção da cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e/ou com filmagens em África. Visa também divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano através da exibição de filmes, comentários e debates sobre a produção cinematográfica africana, e também sobre as representações da África no cinema.

Serviço: Guimba, o Tirano é tema de live promovida pelo Cineclube da Fundação Cultural Badesc na sessão África no Cinema

Data: 10 de junho – quarta-feira
Horário: 19h
Local: canal do YouTube da Fundação.

Bate-papo online da Sessão Divã é destaque no site Diogo Lamar

Diogo Lamar destacou, em seu site oficial, o bate-papo virtual promovido pela Sessão Divã – parceria entre a Fundação Cultural Badesc e o Fórum Lacaniano. A conversa sobre o filme “O Beijo da Mulher Aranha” está marcada para a sexta-feira (22), às 19h.