Edsoul divulga evento de fotografia com máquina lambe-lambe na Fundação Cultural Badesc

Nesta quinta-feira (11), o colunista Edsoul, divulga no portal NSC Total, uma nota sobre evento na Fundação Cultural Badesc. No sábado (13/04), o artista Radilson Carlos Gomes estará na Casa, das 13h30 às 16h, para fazer fotografias com sua máquina lambe-lambe de 1915, mostrando o processo que culminou na exposição Floripa em 3×4, aberto dia 22 de março em homenagem a Florianópolis. Entrada gratuita.

Floripa em 3×4: novas fotografias em lambe-lambe com Radilson Carlos Gomes

Floripa em 3×4: artista vai fotografar novos interessados com sua câmera lambe-lambe antiga na Fundação Cultural Badesc.

O artista Radilson Carlos Gomes estará na Fundação Cultural Badesc neste sábado (13/04), das 13h30 às 16h, para fazer fotografias com sua máquina lambe-lambe de 1915, mostrando o processo que culminou na exposição Floripa em 3×4, aberto dia 22 de março em homenagem a Florianópolis. A exposição, em curso até 26 de abril, apresenta mais de mil imagens de anônimos e personalidades da cidade capturadas ao longo de um ano em praças, ruas, avenidas e eventos.
Neste sábado, serão realizados novos retratos de quem passar para integrar a exposição.

Serviço

O que: Ação: Novos retratos em lambe-lambe, com o artista Radilson Gomes
Quando: 13 de abril, sábado, das 13h30 às 16h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC
Telefone: (48) 3224-8846

Entrada, participação e fotografia gratuitas

Notícias do Dia divulga exposição Floripa 3×4 na Fundação Badesc

No sábado (23), aniversário de Florianópolis (SC), o jornal Notícias do Dia publicou uma matéria sobre a exposição Floripa 3×4, de Radilson Carlos Gomes, no Espaço Fernando Beck. A mostra é uma homenagem aos 346 anos de aniversario da capital catarinense, por meio de câmeras lambe-lambes. A obra poderá ser visitada até 26 de abril. Entrada gratuita.

 

No DC, Fernanda Nasser divulga “exposição Floripa 3×4“

A jornalista Fernanda Nasser, divulga no jornal Diário Catarinense desta sexta-feira (22), uma nota sobre a exposição Floripa 3×4, do fotógrafo Radilson Gomes. A mostra é uma homenagem aos 346 anos da capital catarinense, e sua abertura ocorre hoje, às 19h, no Espaço Fernando Beck. Entrada gratuita.

 

Portal Revista Versar divulga exposição “Floripa 3×4”

Nesta segunda-feira (18), o portal da Revista Versar publicou uma matéria sobre a exposição “Floripa 3×4” de Radilson Carlos Gomes. A mostra celebra o aniversário de 346 anos da capital catarinense, com a abertura, nesta sexta-feira (22), às 19h, na Fundação Cultural Badesc. Entrada gratuita.

 

Exposição Floripa em 3×4, de Radilson Carlos Gomes

Floripa em 3×4: com câmeras lambe-lambes antigas artista registra mais de mil personagens da Cidade em exposição na Fundação Cultural Badesc

Para celebrar o aniversário de 346 anos de Florianópolis, a Fundação Cultural Badesc abre na sexta-feira, 22 de março, às 19h, no Espaço Fernando Beck, a exposição Floripa em 3×4, de Radilson Carlos Gomes. Por meio de câmeras lambe-lambes – equipamento com processo químico de revelação em preto e branco utilizado a partir da primeira metade do século XX, especialmente em praças, o fotógrafo apresenta mil imagens de anônimos e personalidades da cidade, que representam a identidade da capital catarinense.

“Durante um ano me posicionei em praças, ruas, avenidas e eventos de Florianópolis. Conversei e fiz seus retratos. No momento dos registros fazia-se a revelação analógica na presença das pessoas que eram fotografadas e gerava-se o negativo que era secado e utilizado para criar o positivo da imagem. Ao longo do processo foram gravados pequenos depoimentos e captadas frases e histórias dos participantes”, explica Radilson que por entre mosaicos de identidades individuais, compôs um grande retrato da capital catarinense.

Esse recorte com mais de mil rostos anônimos revela a diversidade étnica e cultural de quem passa, vive e constrói a identidade de Florianópolis. Material adicional com depoimentos e dados evidenciam a origem, o pensamento e os projetos de vida da atual população.

Para o projeto, contemplado com o prêmio Elisabete Anderle, Radilson utilizou três câmeras lambe-lambes, uma de 1915 com formato de filme 9x13cm, outra de 1969 com formato 6x9cm, ambas restauradas pelo fotógrafo, e uma construída por ele no formato 13x18cm.

Radilson Gomes é formado em História e especialista em Comunicação e Saúde. Começou sua carreira como fotógrafo em 1986, em Brasília. Realizou documentários fotográficos de Saúde Pública pelo Ministério da Saúde e atualmente é professor de Fotografia em Florianópolis.  Floripa em 3×4 tem entrada gratuita. A visitação até 26 de abril.

 

Mais sobre a lambe-lambe

A máquina lambe-lambe surgiu no começo do século 20 no Brasil com o fotógrafo Francisco Bernardi que queria criar um estúdio portátil, carregando num caixote tudo que fosse necessário à produção instantânea das fotos. O equipamento se popularizou no Brasil, principalmente no início da década de 40 com a criação da Consolidação de Lei de Trabalho (CLT), em 1º de maio de 1943, quando a fotografia da carteira de trabalho e das identidades de boa parte da população era registrada com estas máquinas.

Serviço:

O que: Abertura da exposição Floripa em 3 x 4, de Radilson Carlos Gomes

Quando: 22 de março, sexta-feira, às 19h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC

Telefone: (48) 3224-8846

Entrada gratuita

Visitação até 26 de abril de terça a sábado, das 12 às 19h

Sábado: 12ª Entremostras reúne mais de 30 artistas na Fundação Cultural Badesc. Lambe Lambe será uma das atrações. 

Sábado: 12ª Entremostras reúne mais de 30 artistas na Fundação Cultural Badesc. Lambe Lambe será uma das atrações. 

A Feira de Artes realiza também o encontro do grupo mundial Urban Sketchers e inaugura novo horário de funcionamento da Casa.

A Fundação Cultural Badesc promove no sábado, 4 de agosto, das 11 às 17h, a 12ª edição da Feira de Artes Entremostras. O evento, com entrada gratuita, reúne mais de 30 artistas que irão interagir com o público sobre os processos de criação e comercializar seus trabalhos. Nesta edição serão apresentadas produções na área de literatura, música, audiovisual, moda e design, artes visuais entre outros tipos de arte, com valores entre R$ 1 e R$ 1.500. A Entremostras é realizada desde 2013. Assim como nas outras edições, a expectativa é que um público de cerca de mil pessoas circule pelo evento.

Um dos destaques dessa edição é o projeto Floripa em 3×4 – O Retrato de Quem Passa, do fotógrafo Radilson Gomes. Contemplado com o prêmio Elisabete Anderle, a proposta é retratar a identidade da cidade a partir de seus habitantes. Com uma câmera Lambe Lambe do final da década de 60, Radilson vai registrar imagens das pessoas que circularem pela 12ª Entremostras, assim como tem feito constantemente nas ruas da cidade. Cabe ressaltar que as imagens têm revelação praticamente instantânea por meio de processos analógicos.

“As fotografias são gratuitas – o prêmio é quem paga os insumos. Quando encerrarmos esse trabalho, vamos organizar uma exposição para comemorar o aniversário de Florianópolis com os mil retratos que pretendemos fazer. Também estamos captando as histórias e causos dos anônimos e todos estão convidados a participarem da Entremostras para terem a oportunidade de participar do nosso projeto”, declara o fotógrafo.

Urban Sketchers

Nesta edição, a Entremostras traz o encontro do grupo de desenho Urban Sketchers, que reúne mil correspondentes ao redor do mundo em mais de 20 países produzindo e compartilhando desenhos de rua pela internet, e a narrativa e circunstâncias em que esses trabalhos foram feitos. A comunidade inclui pintores, arquitetos, jornalistas, publicitários, ilustradores, designers e educadores.

Aos sábados

A 12ª Entremostras inaugura o novo horário de funcionamento da Fundação Cultural Badesc, de terça a sábado, das 12 às 19h. “Nosso objetivo é incentivar a rota cultural dos finais de semana de Florianópolis e contribuir ainda mais com a cultura na cidade.  novo horário possibilita que mais pessoas tenham acesso às atividades organizadas pela Casa”, comenta o diretor geral da Fundação, Eneléo Alcides.

Artistas participantes

Nesta edição os artistas participantes são:

Denis Graeff

Wagner Éffe

Miguel Rosa

Fernando JC Andrada

Yandara de Moura

Editora Caseira

Bruno Barbi

Kelly Kreis Taglieber

Diego de los Campos

Marilena Kaily

Chris Dalla Costa

Leandro Serpa

Karina Kern Yasuda

Luisa Bel Cardoso Head

Anna Moraes

Luanda Olívia

Carol Krügel

Alvaro Bruno Barioni

Dante Acosta

Luiz Augusto Macedo

Nicolas Haverroth

Silvana Búrigo

Bernardo Mortari

Susano Correia

Ame você

Amagnolia – Simple Creativity,

Mayara Barbato/Imagine Friends

Camila Dallaglio

Luã Olsen

Radilson Carlos Gomes

Urban Sketchers

Serviço:

O que: 12ª Feira de Artes Entremostras

Quando: 4 de agosto de 2018, sábado, das 11 às 17h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846

Entrada gratuita

 

 

Haitianos em SC é tema de roda de conversa na Fundação Cultural Badesc

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A Fundação Cultural Badesc promove no dia 10 de junho, às 14h, uma roda de conversa para debater os desafios da inserção laboral e a diversidade cultural dos haitianos em Santa Catarina. O debate é aberto à comunidade e terá a participação da professora Gláucia de Oliveira Assis (Udesc), Luiz Felipe Aires Magalhães (Unicamp), Maria das Graças Brightwell (UFSC) e representantes da comunidade haitiana no Estado.

De acordo com Gláucia de Oliveira, a mesma forma como os imigrantes são recebidos pelos brasileiros, ocorre com  a emigração de brasileiros  para a Europa em busca de novas oportunidades no disputado mercado de trabalho europeu. “Nesse início de século XXI, a dispersão de povos e culturas através de espaços geográficos ou espaços imaginados tem colocado novos sentidos para os deslocamentos. São grupos como afro-americanos, mexicanos, caribenhos, haitianos, portugueses e brasileiros que espalham-se pelo mundo cruzando fronteiras, reconstruindo identidades”, comenta.

Vivem hoje em Santa Catarina aproximadamente 1,6 mil haitianos. A maioria vem em busca de trabalho e de uma melhor condição de vida.

 

Haiti- Bombagai

Quem for até a Fundação Cultural Badesc participar da discussão poderá conferir a exposição Haiti-Bombagai, de Radilson Carlos Gomes. A exposição é um conjunto de 39 fotografias produzidas em 2011, um ano após o terremoto que assolou aquele país e que resultou em pelo menos 100 mil mortos e mais de três milhões de atingidos. A exposição é inédita e fica disponível ao público até 12 de junho.

 

Serviço:

O que: Roda de Conversa: Haitianos em Santa Catarina: os desafios da inserção laboral e diversidade cultural

Quando: 10/06 (quarta-feira), às 14h

Onde: Fundação Cultura Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216- Centro- Florianópolis

Fundação Cultural Badesc apresenta Haiti – Bombagai

Foto de Radilson Carlos gomes.

“Não enxerguei os escombros, apenas a beleza da vida que saltava dos olhares daquelas pessoas A beleza ou riqueza do país estava ali, diante de minhas lentes”

 

A Fundação Cultural Badesc abriu em maio a exposição Haiti – Bombagai, de Radilson Carlos Gomes. A exposição é um conjunto de 39 fotografias produzidas em 2011, um ano após o terremoto que assolou aquele país e que resultou em pelo menos 100 mil mortos e mais de três milhões de atingidos. A exposição é inédita e fica disponível ao público até 12 de junho.

“A exposição se construiu no processo de gente olhando gente e formando imagens que falam por si mesmas.  Essa exposição se resume a uma palavra: bombagai: sangue bom, gente boa, coisa boa. É um verdadeiro agradecimento, um dizer imagético de um fotógrafo que se alimentou pelo afeto do povo haitiano”, destaca Radilson, que é fotógrafo desde 1986.

Radilson foi para o Haiti integrando uma equipe multidisciplinar do Itamaraty e do Ministério da Saúde, que a convite do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização das Nações Unidas (ONU), participou de um acordo de cooperação técnico científico Brasil-Haiti com o objetivo de redução da violência contra a mulher naquele país.

A missão de Radilson era a de realizar uma oficina de fotografia para  profissionais de saúde para facilitar os registros dos casos de violência contra a mulher que chegavam às unidades de saúde todos os dias. “Assim que cheguei o início dos trabalhos foi adiado, período em que reencontrei um amigo (Martin Wartchow) que conhecera em uma missão no Amazonas e que estava em missão humanitária no Haiti. Acompanhei seu trabalho durante dois dias e registrei as minhas afetações sobre tudo o que observava. Não enxerguei os escombros, apenas a beleza da vida que saltava dos olhares daquelas pessoas. A beleza ou riqueza do país estava ali, diante de minhas lentes. Em cada clique um sorriso, um gesto, um olhar profundo e muita altivez”, conta.

Motivado pela busca daquele povo em se reerguer, Radilson destaca que as colegiais vestidas com uniformes impecavelmente limpos, meias brancas e calçados brilhantes, sem ter sequer água nas torneiras lhe provocavam curiosidade e admiração. “Todos os dias a água tinha que ser conquistada por cada família. Decidi assim, registrar a vida, a luz, as pessoas e não a tragédia. Várias e várias edificações destruídas e com pouca esperança de que sejam recuperadas um dia”, acrescenta.

Sem projeto

Radilson destaca que saiu do Brasil sem um projeto específico. Tinha consciência de que o Haiti lhe renderia imagens. Mas não sabia o que especificamente. “Levei todo o equipamento necessário para realizar um documentário fotográfico. No dia de minha chegada houve uma reunião em que ficou decidido que o curso seria adiado em dois dias e no final daquele dia recebi o convite de Martin Wartchow, que conheci dois anos antes na Amazônia. Ele estava no aeroporto para receber sua esposa (médica) que fazia parte da missão. Ele é engenheiro sanitário e foi como voluntário para o país em 2010, logo após o terremoto”, explica ao relatar que o projeto surgiu ao natural.

Representatividade

Questionado sobre a imagem que melhor representa a exposição, Radilson destaca a fotografia das moças em perfil e as meninas da escola correndo em direção à luz. “Como se buscassem conhecimento, energia e sabedoria. Mexe bastante comigo”, conta ao destacar que o Haiti foi por muitos anos conhecido como a Pérola das Antilhas, um país próspero que teve o protagonismo de ser o primeiro do mundo a abolir a escravidão e o segundo país das Américas a conquistar a sua independência em 1804. “Mas desde então foi retaliado, isolado e vítima de várias tragédias sociais, políticas e também naturais.

Curadoria 

Escolher as imagens para compor uma exposição não é tarefa fácil. Para realizar o trabalho, Radilson convidou o fotógrafo e poeta André Ricardo Souza, especialista em artes visuais e pesquisador de processos artísticos contemporâneos. “Mas gostaria de ressaltar que o apoio da equipe da Fundação Cultural Badesc foi fundamental”, diz.

Sobre o fotógrafo

www.radilsongomes.com.br

 

Serviço

O quê: abertura da exposição Bombagai – Haiti, de Radilson Carlos Gomes

Quando: 14 de maio, quinta-feira, às 19h

Visitação: até 12 de junho, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h

Onde: Espaço 2 da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846

Entrada gratuita