Fundação Cultural BADESC promove mesa de debate online sobre a presença das mulheres na História da Arte

Encontro mediado pelas professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin será transmitido pela plataforma Zoom na tarde do sábado, dia 18 de julho

Crédito: Fundação Cultural BADESC/Divulgação. Detalhe da obra Tuíre Kayapó de 2019 da artista Moara Brasil, obra presente no acervo do Projeto Armazém

            A Fundação Cultural BADESC, em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UDESC, promove no sábado, dia 18 de julho, uma mesa de debate sobre Territorialidades Ausentes ou Invisíveis, Como Pensar a História da Arte e seus/suas Protagonistas? As inscrições são limitadas e precisam ser feitas pelo formulário online (clique aqui). A transmissão começa às 14h pela plataforma Zoom.

            O encontro faz parte da disciplina Territorialidades Modernas e Contemporâneas, ministrada em modo remoto pelas professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin. A disciplina, que acontecia na Fundação antes da pandemia, busca fazer uma reflexão sobre a presença das mulheres na História da Arte. Além de problematizar não apenas um certo desconhecimento sobre as artistas como também considerando as questões metodológicas e conceituais, históricas, culturais e políticas que estão implicadas nas abordagens.

Neste encontro online, que terá mediação das professoras Rosângela Cherem e Thays Tonin, participam três debatedoras. As professoras Maria Da Conceição Francisca Pires, Juliana Crispe e Debora Pazetto vão falar das suas pesquisas e refletir sobre a seguinte questão: Quando se considera uma História da Arte em que as mulheres são as protagonistas, qual é o horizonte possível de inclusões e quais são as implicações que incidem sobre estas escolhas?

Conheça mais sobre as debatedoras:

Debora Pazetto: Professora de História e Teoria da Arte na UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina. Possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC (2007) e graduação em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Santa Catarina – UDESC (2010), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010) e doutorado em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, na linha de pesquisa de Estética e Filosofia da Arte, com estágio doutoral na Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne. Principais áreas de atuação: Teoria da Arte; Estética, Filosofia da Arte, Arte e Tecnologia; Estudos de Gênero, Crítica de Arte.

Juliana Crispe: Professora do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina. É curadora, pesquisadora, professora, arte-educadora e artista visual. Pós-Doutora pela Universidade do Estado de Santa Catarina, PPGAV/UDESC, Doutora em Educação pelo Programa em Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina, PPGE/UFSC, Mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, PPGAV/UDESC, Licenciada em Artes Visuais e Bacharel em Artes Plásticas pelo Centro de Artes, Universidade do Estado de Santa Catarina. Desenvolve projetos curatoriais desde 2007, tendo realizado mais de uma centena de exposições, destacando MULHER ARTISTA RESTISTE (Espaço Cultural Armazém/SC e Choque Cultural/SP, Oficinas Culturais Oswald de Andrade/SP e Bienal de Curitiba/PR), também participou como curadora das 12ª, 13ª (25 anos da Bienal) e 14ª Bienal Internacional de Curitiba (Prêmio Jovem Curadora/2019). É membra do conselho deliberativo do MASC e da ABCA – Associação Brasileira de Críticos de Arte.

Maria Da Conceição Francisca Pires: Doutora em História pelo Programa de Pós Graduação em História da Universidade Federal Fluminense com pós doutorado na Universidade de Buenos Aires- UBA. Professora Adjunta do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História, na linha de pesquisa Cultura, Poder e Representações, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO. Pesquisadora do CNPq, participa como pesquisadora associada do Núcleo de Pesquisas em História Cultural – NUPEHC, na Universidade Federal Fluminense, na linha de pesquisa Cultura e Poder, e do Núcleo de Documentação, História e Memória (UNIRIO). Autora do livro “Cultura e Política entre Fradins, Zeferinos, Graunas e Orelanas” (Annablume, SP, 2010). Desenvolve pesquisa envolvendo os seguintes temas: História do Brasil Contemporâneo, Ditaduras no Cone Sul, História, Mídia e Audiovisual, Estudos Visuais, Intelectuais e Imprensa, Histórias em Quadrinhos, História e Humor Gráfico, Gênero e História.

Serviço: Mesa de Debate Territorialidades Ausentes ou Invisíveis, Como Pensar a História da Arte e seus/suas Protagonistas?

Com Maria Da Conceição Francisca Pires, Juliana Crispe, Debora Pazetto e mediação de Rosângela Cherem e Thays Tonin
Data: 18 de julho – sábado
Horário: 14h
Local: Plataforma Zoom
Inscrições limitadas pelo formulário https://bit.ly/debateterritorialidades

Reflexão sobre o sujeito e o território é tema da Roda de Conversa promovida pela Fundação Cultural Badesc

Fazer uma reflexão sobre a relação sujeito e território é o tema proposto pela Roda de Conversa que acontece no sábado, dia 6 e julho, na Fundação Cultural Badesc. O evento com entrada gratuita será a partir das 15h e conta com a participação da artista visual Sofia Brito, que apresenta até o dia 19 de julho a exposição A Cabeça Pensa Onde Os Pés Pisam no espaço Paulo Gaiad.

No encontro, que conta ainda com a participação da administradora Fabíola Rubas Girotto e do arquiteto Gustavo Andrade, a ideia é que os participantes compartilhem as próprias experiências de atuação no campo e na cidade.

A mostra individual da artista reúne trabalhos autobiográficos que atuam como dispositivos para pensar as relações do sujeito com o território, bem como desenvolver processos de (re)construção de si mesmo e do entorno em que se insere. Estão expostos 14 trabalhos, entre fotografias digitais e analógicas, panfletos, uma série de carimbos, cartazes e vídeos. A visitação pode ser feita de terça à sábado, das 12h às 19h.

Participantes da Roda de Conversa

Sofia Brito: é artista visual, pesquisadora e arte educadora com especialização em Educação e Realidade Brasileira pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Pesquisa a relação arte, política e território com trabalhos que se inserem no campo dos multimeios que abrangem a publicação de artista, fotografia, gravura, vídeo e escrita. Atualmente vive em Navegantes/SC.

Fabíola Rubas Girotto: é administradora, especialista em Artes no Campo pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e agricultura. Além de atuar juntamente a organizações populares da juventude camponesa, tem experiência com agricultura agroecológica e bioconstrução.

Gustavo de Andrade: é arquiteto, doutor em urbanismo e professor. Graduado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP); mestre e doutor em planejamento Urbano pela Universitat Politècnica de Catalunya ETSAB-UP; pesquisador do Laboratório Cidade e Sociedade – LABCS/UFSC. É Membro titular do Coderf (Governo de Santa Catarina), do Comdes (área metropolitana) e do Conselho da Cidade de Florianópolis.

Serviço: Roda de Conversa: A Cabeça Pensa Onde Os Pés Pisam

Data: 6 de julho – sábado

Horário: 15h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro – Florianópolis/SC

Telefone: (48) 3224-8846

Entrada gratuita.

Yula Jorge do Making Of destaca Educação Alternativa

 

A colunista do Portal Making Of, Yula Jorge, destacou nesta terça-feira (11/09), a estreia do documentário Conficções, da educadora Gabriele Salgado e que será exibido na sexta-feira (21/09), às 16h, na Fundação Cultural Badesc. O filme instiga um debate sobre a educação além da escola. Em seguida, profissionais da pedagogia mediam a Roda de Conversa Educação Alternativa: do discurso à imagem.

 

 

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Fundação Cultural Badesc apresenta documentário e Roda de Conversa sobre Educação Alternativa

A Fundação Cultural Badesc exibe na sexta-feira (21/09), às 16h, a estreia do documentário Conficções, da educadora Gabriele Salgado, que instiga um debate sobre a educação além da escola. Em seguida, profissionais da pedagogia mediam a Roda de Conversa Educação Alternativa: do discurso à imagem.

 

O debate terá como base o documentário que envolve entrevistas e a produção de fotografias e vídeos, realizados em diferentes espaços educativos de Florianópolis: duas escolas alternativas, um curso de formação em pedagogia Waldorf e duas experiências de educação não institucionalizadas, envolvendo uma família adepta da desescolarização (unschooling) e uma cooperativa educacional.

 

O evento  aberto ao público encerra com a apresentação musical de Marcelo Portela (músico e autor da trilha sonora do filme).

 

Além de Gabriele, diretora do filme e co-fundadora do Coletivo Alecrim Educação em Cooperação, participam do evento Mara Lúcia Bastiani (coordenadora pedagógica da escola Sarapiquá), Kátia Borges, (coordenadora pedagógica da escola Praia do Riso), Maria Regina Giachetta (professora da escola Waldorf Anabá) e Lesly Monrat (cineasta e unschooling).

 

Serviço:

 

O que: Estreia documentário Conficções, de Gabriele Salgado e Roda de Conversa Educação Alternativa

Quando: sexta-feira, 21 de setembro, às 16h

Onde: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro de Florianópolis.

 

Entrada gratuita.

 

 

 

 

Jornalista Yula Jorge, do Portal Making Of, divulga nota sobre a roda de conversa sobre o artista Meyer Filho

A jornalista Yula Jorge, do Portal Making Of, divulga nota sobre a roda de conversa sobre a obra e vida do artista plástico Meyer Filho. Sob a coordenação de Sandra Meyer e Eneléo Alcides, diversos pesquisadores, jornalistas, artistas e apreciadores do trabalho do catarinense falecido em 1991 farão um debate com referência em sua exposição Arquivos Implacáveis, que teve curadoria de Kamila Nunes, e esteve exposta até esta semana no Memorial Meyer Filho, em Florianópolis. A roda de conversa será realizada no sábado, 08 de julho, a partir das 14h, no auditório da Fundação Cultural Badesc, aberta ao público e com entrada gratuita.

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Vida e obra do artista Meyer Filho é tema de Conversa na Fundação Badesc

meyer filhoA Fundação Cultural Badesc, em parceria com o Instituto Meyer Filho, promove no sábado (08/07), às 14h, uma roda de conversa sobre a fascinante obra e vida do artista plástico. Sob a coordenação de Sandra Meyer e Eneléo Alcides, diversos pesquisadores, jornalistas, artistas e apreciadores do trabalho do catarinense falecido em 1991 farão um debate com referência em sua  exposição Arquivos Implacáveis , que teve curadoria de Kamila Nunes, e esteve exposta até esta semana no Memorial Meyer Filho, em Florianópolis.


O artista
Ernesto Meyer Filho nasceu em Itajaí (SC). Aos quatro anos mudou-se com a família para Florianópolis, ano de seu primeiro desenho, “Pesca de Tainhas”, que havia assistido na praia dos Ingleses.
Autodidata, aprendeu desenho e história da arte através de livros, exposições, visitações a museus e leituras diversas. Expôs, deste 1960 em galerias e museus do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Buenos Aires e Mar Del Plata.
Bacharel em ciências contábeis e funcionário aposentado do Banco do Brasil, participou como ilustrador da Revista Sul e foi um dos fundadores e presidente do Grupo de Artista Plásticos de Florianópolis. Responsável pela organizações dos dois primeiros salões de Arte de Santa Catarina e da primeira coletiva de artistas catarinenses fora do Estado, em Curitiba.
 A roda de conversa será realizada no auditório da Fundação Cultural Badesc, aberta ao público e com entrada gratuita. 

Fonte: Instituto Meyer Filho

Serviço:

O que: Roda de conversa sobre o artista Meyer Filho
Quando: 8 de julho de 2017, sábado, às 14h
Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846
Entrada gratuita

Roda de Conversa sobre Schwanke encerra exposição na Fundação Cultural Badesc

Convite WEB Roda de Conversa Proximidades SchwankecopiaEm parceria com o Museu de Arte Contemporânea/Instituto Schwanke, a Fundação Cultural Badesc promove no dia 15 de março, quarta-feira, às 17h, a segunda Roda de Conversa sobre o artista joinvilense Luiz Henrique Schwanke. Este encontro marca também o encerramento da exposição Schwanke: Habitar os Incorporais, que ocupa todos os espaços expositivos do Casarão cultural desde dezembro. A participação e visitação são gratuitas.

A proposta da Roda de Conversa é possibilitar e ampliar o conhecimento em arte contemporânea e em torno da obra de Schwanke. Este encontro terá a coordenação do artista Franzoi e será aberto por Rosângela Cherem, curadora da exposição. Estão previstas a participação de artistas e críticos como Alena Marmo, Edélcio Mostaço, Sandra Makowiecky, Silvana Macedo e Yara Guasque que irão compartilhar as impressões sobre as obras expostas no casarão.

“O primeiro encontro realizado em fevereiro teve como foco a vida de Schwanke e foi muito enriquecedor porque pessoas muito próximas ao artista falaram sobre o processo criativo sob uma ótica diferenciada. Para essa Roda de Conversa a expectativa é que também tenhamos uma grande participação do público e de pessoas ligadas à arte para tratarmos da obra do joinvillense”, afirma a arte educadora da Fundação Cultural Badesc, Carolina Ramos, que participou do processo curatorial da exposição.

Desde 1994, Florianópolis não recebia um conjunto tão expressivo da produção de Schwanke como a que está exposta na Fundação. Schwanke, Habitar os Incorporais inclui obras nunca expostas na capital como as Sem Título, criadas entre 1988 e 1991. As obras Cobra Coral, instalada nos Jardins da Fundação e a instalação Claro Escuro são as que mais chamam a atenção do público.

O artista

Luiz Henrique Schwanke, falecido em 1992, é dos artistas de grande destaque na década de 80 no Brasil. Produziu mais de cinco mil obras, entre desenhos, esculturas, pinturas, projetos e instalações. Ganhou cerca de 30 prêmios nacionais, participou de inúmeras exposições individuais, coletivas e salões, além de ter conquistado diversos reconhecimentos, como a seleção pela Bienal Brasil Século XX, em 1994. O artista é objeto de estudo e pesquisa de monografias, dissertações e teses, uma comprovação de que sua intensa e extensa produção dificilmente será esgotada por requerer diferentes abordagens investigativas. As obras de Schwanke integram acervos de museus em Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia e foram expostas em Bruxelas, na Bélgica.

 

Serviço:

O que: Roda de Conversa: Proximidades com Schwanke: as obras

Quando: 15 de março, quarta-feira, às 17h

Local: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – telefone: (48) 3224-8846

Quanto: Entrada gratuita

 

Haitianos em SC é tema de roda de conversa na Fundação Cultural Badesc

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A Fundação Cultural Badesc promove no dia 10 de junho, às 14h, uma roda de conversa para debater os desafios da inserção laboral e a diversidade cultural dos haitianos em Santa Catarina. O debate é aberto à comunidade e terá a participação da professora Gláucia de Oliveira Assis (Udesc), Luiz Felipe Aires Magalhães (Unicamp), Maria das Graças Brightwell (UFSC) e representantes da comunidade haitiana no Estado.

De acordo com Gláucia de Oliveira, a mesma forma como os imigrantes são recebidos pelos brasileiros, ocorre com  a emigração de brasileiros  para a Europa em busca de novas oportunidades no disputado mercado de trabalho europeu. “Nesse início de século XXI, a dispersão de povos e culturas através de espaços geográficos ou espaços imaginados tem colocado novos sentidos para os deslocamentos. São grupos como afro-americanos, mexicanos, caribenhos, haitianos, portugueses e brasileiros que espalham-se pelo mundo cruzando fronteiras, reconstruindo identidades”, comenta.

Vivem hoje em Santa Catarina aproximadamente 1,6 mil haitianos. A maioria vem em busca de trabalho e de uma melhor condição de vida.

 

Haiti- Bombagai

Quem for até a Fundação Cultural Badesc participar da discussão poderá conferir a exposição Haiti-Bombagai, de Radilson Carlos Gomes. A exposição é um conjunto de 39 fotografias produzidas em 2011, um ano após o terremoto que assolou aquele país e que resultou em pelo menos 100 mil mortos e mais de três milhões de atingidos. A exposição é inédita e fica disponível ao público até 12 de junho.

 

Serviço:

O que: Roda de Conversa: Haitianos em Santa Catarina: os desafios da inserção laboral e diversidade cultural

Quando: 10/06 (quarta-feira), às 14h

Onde: Fundação Cultura Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216- Centro- Florianópolis