A jornalista Carol Macário, no Caderno Anexo, do jornal Diário Catarinense, abre espaço para divulgar a exposição Corpos e Partes, de Ana Norogrando. A artista expõe suas obras a partir de quinta-feira (28/04), no espaço Fernando Beck da Fundação Cultural Badesc. E entrada é gratuita.
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Exposição Impossíbilias: Arquivo e Memória em Paulo Gaiad é destaque no Diário Catarinense
Caderno Anexo do jornal Diário Catarinense divulga a exposição Impossíbilias: Arquivo e Memória em Paulo Gaiad como uma das atrações para os apreciadores de arte em Florianópolis. A exposição fica aberta para visitação na Fundação Cultural Badesc até sexta-feira, 26 de fevereiro. Para o encerramento da atividade está marcada uma roda de conversa às 16h com pensadores, críticos, colecionadores e jornalistas e às 19h com artistas e professores que irão compartilhar seus olhares sobre o trabalho do artista.
Exposição Impossibilias: Arquivo e Memória em Paulo Gaiad
Exposição de Paulo Gaiad revisita sua trajetória artística e ocupa pela primeira vez todos os espaços da Fundação Cultural Badesc
A exposição Impossibilias: Arquivo e Memória em Paulo Gaiad abre dia 26 de novembro, quinta-feira a partir das 19h, e pela primeira vez todos os espaços da Fundação Cultural Badesc serão ocupados por um único artista.
Com curadoria de Rosângela Cherem, a exposição de Paulo Gaiad traz objetos, desenhos, colagens, vídeos e pinturas que formam as diferentes fases do artista, iniciada na década de 80. É uma produção vasta, variada e serial, com inúmeras imagens, matérias e procedimentos modulares, que se tornam recorrentes e constantemente rearranjadas. Não há séries completas, mas trabalhos em que é possível observar três temas reincidentes: carne (materialidade corporal), passagem (reflexão plástica sobre espaço, lugares, paisagens, viagens), cifra (pequenos segredos biográficos colhidos de diferentes universos e contingências). Importante destacar que muitas vezes estes temas estão embaralhados, disfarçados ou simplesmente recombinados.
“Embora não sejam feitas da mesma matéria, impossível desatar o nó que existe entre vida e obra. Trata-se de fazer da obra a parte central da vida, recolhendo e alterando todos os frutos que se espelham e confrontam sem cessar. Assim, se a vida como a obra não tem nada a ver com beleza e felicidade, mas com uma experiência única e indivisa, em ambas também prevalece a lei de um trabalho sem concessões, sem nenhum fim alhures, sejam eles o lucro, o sucesso, o êxito fácil, a crítica favorável, as benevolências. Pois o que advém do meu processo de criação é obtido por meio uma escuta recolhida, fiel às buscas e penhores que tangenciam os domínios do incomunicável, do escorregadio e do intransferível”, afirma Paulo Gaiad.
Sobre o artista
Paulo Gaiad nasceu em Piracicaba, São Paulo. Vive e trabalha em Florianópolis, onde iniciou sua carreira artística em 1983. Utiliza diversos materiais e procedimentos, combinando constantemente os registros do visual e do dizível, a partir do lance biográfico. Pode-se dizer que seus objetos, desenhos, colagens e pinturas se misturam, combinando traços e palavras, rasuras e avarias, ajustes e camadas, disfarces e revelações.
Incluindo o uso de areia e carvão, jornais e gesso, além de fotos de diferentes naturezas, seus trabalhos acolhem o efeito produzido pelos lixamentos e arranhões, oxidações, rachaduras e rasgos. A clave do vivido serve como manancial incessantemente revisitado e estoque movente com força de consignação poética, através do qual constitui seu repertório, travando uma luta contra o esquecimento e produzindo reverberações para novos trabalhos.
O quê: abertura da exposição Impossibilias: Arquivo e Memória em Paulo Gaiad, de Paulo Gaiad
Quando: 26 de novembro, quinta-feira
Horário: 19h
Visitação: até 21 de janeiro de 2016, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h. (A Fundação Badesc estará fechada para visitação pública dos dias 19 de dezembro a 3 de janeiro).
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Quanto: gratuito
MOSTRA PRORROGADA
A exposição Impossibilias foi prorrogada até o dia 26 de fevereiro.
Autorretrato: Sérgio Adriano H apresenta A Dúvida da Verdade, na Fundação Cultural Badesc
Com curadoria de Carlos Franzoi, a exposição A Dúvida da Verdade, de Sérgio Adriano H, será aberta no dia 15 de outubro, a partir das 19h, no Espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc. O projeto consiste em ações realizadas no deserto do Atacama, no Chile, e na cidade de São Paulo, onde o artista insere o próprio corpo nu na paisagem e na arquitetura e se auto fotografa.
Para esta exposição, a escolha do enquadramento, da abertura e da velocidade do obturador, mais a posição do corpo que é inserido na paisagem e na arquitetura da sombra, como também o conceito curatorial da exposição/ação, se dá em função da busca da produção de uma “verdade apresentada” que após confrontada gera o “universo da dúvida”. “Discutir as verdades apresentadas, estas baseadas em crenças e hábitos, muitas vezes, verdades manipuladas seja no âmbito social, político, econômico, religioso, racial. Quantas verdades apresentadas aceitamos todos os dias?” instiga o artista.
As fotografias que compõem a exposição foram selecionadas das mais de sete mil realizadas no período entre sua viagem para o deserto do Atacama e sua volta para o Brasil no ano de 2014.
O ponto de partida
Sérgio explica que em 2003 iniciou um trabalho de pesquisa sobre o que é a morte e com a morte de sua mãe, Diva, três anos depois, o interesse aumentou. A mãe acreditava que o corpo de uma pessoa morta deveria ser velado um dia e uma noite inteira, não importando a hora de sua morte. No velório de sua mãe, Sérgio realizou uma série de fotografias do detalhe sutil de sua morte com o título “Portador da Verdade” e começou uma discussão e pesquisa sobre que “Era a Verdade”. Em 2013 a pesquisa, ainda voltada para o que “Era a Verdade”, é tomada por um novo olhar: não deveria buscar o que “É a Verdade”, mas compreender como o “sistema da verdade” opera no indivíduo e rege a si mesmo. Para esta nova busca precisou criar e examinar do que o “sistema da verdade” é constituído e, a partir disso, chegar a produzir a “capacidade da dúvida sobre a verdade”. Foi então que surgiu o projeto A Dúvida da Verdade que será apresentado pela primeira vez na Fundação Cultural Badesc.
“Minha questão não é somente a fotografia, mas o que tem nela – o antes e o depois, não proponho um ponto final, mas sim, um pensar sobre o apresentado, fazendo com que o espectador saia da passividade e mergulhe no olhar minucioso dos detalhes e provoque uma reação frente a ação outrora realizada desde o início do projeto, partindo do pressuposto que uma ação ocasiona uma reação e transforma-se em um ciclo”, declara o artista
A exposição fica aberta ao público até o dia 19 de novembro. A entrada é gratuita.
Ar livre
No mesmo dia 15 de outubro, às 12h30, o artista realizará uma exposição/ação em frente à Catedral Metropolitana, em Florianópolis, chamada “Verdade 1000 vezes repetida se torna verdade”, que integra o projeto A Dúvida da Verdade. Serão apresentadas fotografias e objetos com duração aproximada de 80 minutos.
“Transformando estes locais em museus a céu aberto, desta forma, permitir à população vivenciar manifestações artísticas no seu dia a dia, com o livre acesso à exposição, estimulando infinitas leituras, diálogos e experimentações estéticas em pessoas de diferentes faixas sociais e etárias, contribuindo para uma aproximação com o universo da arte contemporânea”, declara.
Sobre o artista
Sérgio Adriano Dias Luiz (1975) é natural de Joinville (SC). Vive, estuda e produz nas cidades de Joinville e São Paulo. Artista visual com carreira sólida desde 2001 de múltiplas linguagens, integrante do Grupo P.S, com a artista Priscila dos Anjos. Formado em Artes Visuais (2005), participou de cursos no Museu de Arte Contemporânea (MAC-USP), Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MISS-SP), Escola de Teatro São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, Escola Livre de Arte (Udesc), Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Participou da Curatoria Forense Residências de Arte Contemporânea (Villa Alegre, Chile, 2014). É mestrando em Filosofia da Faculdade São Bento (SP). Livros: incluído como um dos 30 artistas de Santa Catarina no livro Construtores das Artes Visuais: Cinco Séculos de Artes em Santa Catarina (2014); Convite à Viagem (Itaú Cultural, 2013); Fragmentos Urbanos (Udesc, 2013). Edital Produção: Lei de Incentivo à Cultura de Joinville (Simdec, 2009 a 2014). Realizou diversas palestra e workshops sobre sua poética de produção. Em 2014 fundou a Residência de Artística Diva Base 44 SP focada na vivência urbana e arte e vencedor de diversos prêmios.
Serviço:
O quê: Abertura exposição A Dúvida da Verdade
Quando: 15 de outubro, quinta-feira, às 19h. Aberta para visitação até 19 de novembro
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Entrada gratuita
O quê: Exposição/ação Verdade 1000 vezes repetida se torna verdade
Quando: 15 de outubro, 12h30
Onde: Em frente da Catedral Metropolitana, Centro- Florianópolis.
Entrada gratuita
Fundação Cultural Badesc abre Memórias Migratórias dia 3 de setembro
A artista alemã Pauline Zenk compartilha com o público a partir das 19h do dia 3 de setembro, no Espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc, a exposição Memórias Migratórias. O trabalho inédito foi selecionado pelo edital 2015 da Fundação e resgata por meio de desenhos, intervenções sobre fotografias e pinturas sobre tela, os imigrantes que chegaram ao Brasil no século passado.
“Durante a minha pesquisa de fotografia antigas (do período 1880 – 1960), em São Paulo, encontrei um livro de segunda mão e dele caiu uma fotografia de um homem em um vale de neve em frente de casas com escrituras em alemão. Essa fotografia me intrigou e comecei imaginar muitas das histórias que amigos e conhecidos de Santa Catarina me contaram. Imaginei a vida desse homem, me perguntei se ele jamais viajou como imigrante pra Brasil, ou foi simplesmente o parente de alguém que se instalou aqui. Talvez ele foi o tio, o pai, o namorado de alguém que há décadas morreu na outra parte do mundo, guardando a fotografia como lembrança de seus parentes distantes. E assim começou o projeto da Memória Migratória”, conta Pauline.
Para a realização do trabalho a artista buscou materiais em fotografias encontradas em mercados, arquivos fotográficos, museus e em coleções privadas. Ela teve acesso a mais de 100 fotografias de famílias imigrantes, muitas delas de Santa Catarina. “Eu imaginei a vida dessas pessoas que chegaram no Brasil naquela época onde não existia internet, transporte barato o comunicação fácil entre dois continentes.Foi com essa compreensão, da criação de novas vidas e novas perspectivas no Brasil, que eu desenhei, interpretei e modifiquei as fotografias. O que eu quero fazer com as interpretações em desenhos é ressaltar o que está dentro de uma fotografia mas é invisível ao primeiro olhar. Quero ressaltar o que eu vejo neles, o medo nos olhos de uma mulher italiana, com um bebê no colo, que recém chegou desembarcando um barco em São Paulo, a coragem, a vontade de criar algo novo e a energia de mudar as coisas”.
Memórias Migratórias fica aberta ao público até o dia 9 de outubro. A entrada é gratuita.
As obras
A exposição é formada por mais de 40 obras, que lidam com os conceitos de identidade, pertencimento, diversidade, integração, cultura e memória. A maior parte da exposição são pequenos desenhos e aquarelas realísticas e surrealísticas, que é uma técnica, que não recebeu muita atenção nos últimos anos, e se destaca por essa singularidade no tempo.
Memórias Migratórias tem curadoria de Luciano Cortaruas e textos de Fernando Albalustro. “Fico muito feliz em poder expor esses trabalhos na capital de Santa Catarina onde há grande imigração européia”, declara a artista que também experimentou o choque cultural em diferentes lugares do mundo em que viveu.
Sobre a artista
Pauline Zenk estudou artes visuais na Alemanha, Espanha e Países Baixos e se graduou em História. Ela se formou na academia de arte Muthesius em Kiel, Alemanha e ganhou uma bolsa para estudar na academia Rietveld em Amsterdam, Holanda. Morou no Brasil entre 2012 a 2014, depois de uma residência artística em Estúdio Lâmina em São Paulo e agora vive e trabalha na França.
Serviço:
O quê: abertura da exposição Memórias
Quando: 3 de setemnro, quinta-feira
Horário: 19h
Visitação: até 9 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h.
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Quanto: gratuito
Fundação Cultural Badesc apresenta Epifânicas, de Clara Fernandes
A Fundação Cultural Badesc abre no dia 23 de julho, quinta-feira, a partir das 19h, a exposição Epifânicas, de Clara Fernandes. No Espaço Fernando Beck, a artista apresentará instalações, desenhos e tramas criadas a princípio por uma proposição performática de um conjunto de leituras e reelaborações sobre textos bíblicos e de mitologia em que referencia plástica e metaforicamente a presença de deuses e santos, musas e anjos. A exposição tem curadoria de Rosângela Cherem.
A criação de Epifânicas inicou em março de 2013, quando Clara Fernandes visitou a Praça da Sé e arredores, em São Paulo. Os desenhos apresentados foram criados na concepção de umstoryboard para a performance e aproximam uma relação dos objetos encontrados na mostra e o assunto proposto pela artista com o espectador.
A maioria das nove instalações apresentadas pela artista se aproximam do habitat onde Clara mora – o interior da Ilha de Santa Catarina – apresentando elementos da flora nativa, com é o caso da embiruçu e da sibipiruna, donde são extraídos materiais para confecção das obras. É por meio destes materiais naturais em suportes de metal, madeira e seda que a artista explora as escrituras dos profetas maiores, fazendo coexistir etéreo e terreno numa concepção expandida do tempo
Sobre a artista
Clara Fernandes nasceu em São Paulo, estudou na faculdade de Psicologia da PUC e na Escola de Comunicações e Artes da USP. Vive e trabalha em Florianópolis desde 1983 e desde 1985 participa de mostras coletivas, com destaque para XV Artistas Brasileiros (MAM SP, RJ e BA – 1996-97) Arte Contemporânea da Gravura (Museu Metropolitano de Curitiba PN – 98), Perspectiva das Artes Plásticas no Estado de Santa Catarina (Museu Marta Traba, no Memorial da América Latina, SP – 2003), Faça algo errado e diga que fui eu que mandei fazer (SESC Joinville 2011), Armazém (Museu Victor Meirelles, Florianópolis, 2012). Entre as mostras individuais, com destaque para Terral (1990), Iluminuras (1997), Impenetrável (1998), Abissais (2000), Vazante (2001), Lume (2008-2010), Cartas ao Mar (2010-2013). Entre as mostras coletivas, destaque para Clara realiza intervenções espaciais e urbanas desde 1989.
No site www.clarafernandes.com é possível conhecer mais sobre o trabalho da artista.
Serviço
O quê: abertura da exposição Efipânias, de Clara Fernandes
Quando: 23 de julho, quinta-feira, às 19h
Visitação: até 27 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h
Onde: Espaço Fernando Beck, da Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Entrada gratuita
Augusto Benetti apresenta Taxidermia na Fundação Cultural Badesc
A Fundação Cultural Badesc abriu em 18 de junho, quinta-feira, às 19 horas, no Espaço Fernando Beck, a exposição Taxidermia, de Augusto Benetti. Esta será a primeira vez em uma década que Benetti irá apresentar suas obras sozinho.
“Essa exposição reúne trabalhos produzidos durante a minha carreira e alguns deles são inéditos. É o fechamento de um ciclo”, explica o artista.
Os desenhos e seus desdobramentos com vídeos, objetos e instalações formam o grupo de trabalhos selecionados para Taxidermeia, a terceira exposição do Edital 2015 da Fundação Cultural Badesc. Sem perder sua referência de trabalhos, Augusto Benetti apresenta uma série de desenhos que têm como eixo norteador a multiplicidade de referências (artísticas, visuais, narrativas), e comentários sobre o contexto cultural de seu trabalho artístico. Este aspecto de crônica expressa a singularidade do autor, formado em Artes Plásticas pela Udesc, que enfatiza uma dimensão narrativa e irônica das imagens e textos.
Os trabalhos ficarão expostos até o dia 17 de julho, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h, com entrada gratuita.
O quê: abertura da exposição Taxidermia, de Augusto Benetti
Quando: 18 de junho, quinta-feira
Horário: 19h
Visitação: até 17 de julho, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19h.
Onde: Fundação Cultural Badesc – Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis – Fone 3224-8846
Quanto: gratuito







